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Houve muito futebol ontem no Centro Cultural de Moscavide. Futebol de cabeça, protagonizado por um painel de treinadores tão rico e diverso como os senhores que o formaram: Sebastião Lazaroni, Manuel Cajuda, José Couceiro, Jorge Costa e João Alves partilharam as suas visões do que é o “modelo de jogo”, desafio lançado nas IV Jornadas Técnicas de Futebol.
O técnico do Marítimo abriu as hostilidades com uma capacidade de comunicação invulgar, em que mais do que de tácticas falou do “sonho” e da luta pela excelência, socorrendo-se de um riquíssimo currículo internacional que, lamentou, “não passou por Inglaterra”, lacuna usada para justificar o facto de só passar, em média, duas épocas em cada clube que orientou. José Couceiro trouxe o método e o rigor que o caracterizam, respondendo à letra ao desafio com uma exposição multimédia sobre algumas das suas concepções do que é ser treinador de futebol.
Mas foi, talvez, Manuel Cajuda quem protagonizou um gesto que poderia ser bem o símbolo do que foi esta tarde: tirou a gravata no início da exposição, mostrando arrojo e boa disposição que haveriam de perfumar a palestra. “Não trouxe modelo de jogo. Esqueci-me de trazer porque, na verdade, não tenho. O que tenho para vos oferecer é... Cajuda.”
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