Meia Maratona de Lisboa: Quenianos voltam a ser favoritos
Bernard Koech e Edna Kiplagat lideram "bolsa de apostas" em relação ao triunfo...
Depois de três anos de superioridade do eritreu Zerzenay Tadese, que em 2010 bateu o (ainda) recorde mundial da meia maratona, com 58.23 minutos, e de um triunfo feminino norte-americano em 2012, através de Shalane Flanagan (na senda da vitória de Kara Goucher, três anos antes), os atletas quenianos voltam a ser os grandes favoritos na 23.ª edição da Meia Maratona de Lisboa. A prova disputa-se hoje a partir das 10h15 (elite feminina, com partida de Algés), das 10h25 (cadeira de rodas) e das 10h30 (elite masculina, de Algés, “meia” e “mini” da Ponte 25 de Abril), contando com 40 mil inscritos.
Este ano, parecem menos os candidatos – registaram-se algumas falhas salientes relativamente ao anunciado – e dificilmente cairão os recordes mundiais. Porque não há outro Tadese e porque a queniana Edna Kiplagat, a grande favorita, já afirmou estar a pensar essencialmente na Maratona de Londres, dentro de quatro semanas. No sector masculino, o queniano Bernard Koech, que vem de excelentes 2:04.53 horas na recente Maratona do Dubai (foi 5.º), é o favorito, mas haverá ainda a referir Samuel Tsegay, também queniano, Hunegnaw Mesfin, da Eritreia, e Cuthbert Nyasango, do Zimbabué.
No feminino, Edna Kiplagat, campeã mundial da maratona (mas lesionada aquando dos Jogos de Londres), é a grande favorita. Curiosas as presenças da queniana Sylvia Kibet e da estreante (na distância) Gulnara Galkina, atleta russa recordista mundial de 3.000 m obstáculos. A veterana Jelena Prokopcuka (Letónia), habitual presença em provas nacionais, voltará a marcar presença. Teremos finalmente atletas do leste europeu em posições de destaque?