O futuro está em boas mãos

Belenenses sagra-se bicampeão da prova

Futebol, golos, (muito) calor e, acima de tudo, grande demonstração de qualidade do futebol jovem. Foram estes os ingredientes que invadiram o relvado do Estádio Nacional, em Lisboa, para a final nacional da Danone Nations Cup (DNC). A diversão, essa, foi uma constante ao longo de todo o dia entre as oito equipas sub-12 participantes, de norte a sul do país, mas na altura de cerrar dentes foi o Belenenses que almejou o tão ambicionado triunfo – e consequente bicampeonato -, representando assim Portugal na final mundial da competição, em Paris, com início a 16 de outubro.

Ainda antes dos jogos, os atletas já ‘aqueciam’ para entrar no relvado nas várias atividades lúdicas disponíveis, como matraquilhos humanos ou ‘tiro ao alvo’ com bola. Os desafios, esses, iniciaram-se bem cedo e desde logo ficou patente que qualquer uma das formações presentes tinha o condão de balançar as redes contrárias. Ao todo, foram quarenta os golos marcados, mas diga-se em abono da verdade que poderiam ter sido muitos mais. Belenenses, no Grupo A, e Escola de Futebol Hernâni Gonçalves, no Grupo B, superiorizaram-se nas respetivas séries e carimbaram o acesso ao jogo decisivo.

Aí, os azuis do Restelo foram implacáveis ao longo dos vinte minutos de jogo, vencendo por 4-0, graças aos golos de João Pereira, Herculano e um bis de André Pires, melhor marcador do dia (ver peça secundária). De resto, o registo alcançado pela equipa orientada por Miguel Lopo é de assinalar: quatro vitórias em outros tantos jogos, com um saldo de doze golos marcados e nenhum sofrido.

Objetivo cumprido

No final do dia, o sentimento era de dever cumprido, tanto da parte dos jogadores e equipas técnicas, como também da organização. "Estamos muito contentes. Correu tudo bem, diria que melhor comparativamente ao ano passado. Empenhamo-nos em concretizar a missão da Danone, que é a de levar saúde ao maior número de atletas e formá-los sob os valores de fair play da DNC", sublinhou, satisfeito, Carmo Cordovil, responsável pela competição em Portugal, a Record.

"É o maior torneio mundial de sub-12 e tem o apoio da FIFA. Sem dúvida que Portugal irá estar muito bem representado, como também o esteve na última edição, onde ficámos em 10º lugar. Esta experiência internacional será uma grande mais-valia para estes miúdos", acrescentou, frisando o desejo de voltar a ter o Jamor como palco da final no próximo ano.

Por Ricardo Granada
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