Figura icónica do futebol português, com mais de 400 jogos como treinador na 1ª Liga, Carlos Brito está bem familiarizado com as vantagens oferecidas pelo Guia Record. “É uma revista muito completa e de grande interesse no panorama do futebol português. A palavra guia acaba por fazer muito sentido, porque transmite imensa informação”, referiu, antes de se servir da ferramenta de auxílio para delinear o seu onze para a Liga Record.
Mais uma vez, o técnico, de 62 anos, apostou no predileto 4x3x3 e numa mescla de jogadores de vários clubes. O FC Porto é o emblema mais representado, “porque por alguma razão também é campeão nacional”, numa equipa que tem espaço para outros nomes, fora dos quatro principais clubes, e que enchem as medidas do agora comentador, como Samu (V. Guimarães), Fukui (Arouca) ou Clóvis (Académico). “Se esta equipa jogasse e treinasse, com tempo, ia ser uma grande equipa”, atirou.
O onze de Carlos Brito: Diogo Costa (FC Porto); Rodrigo Pinheiro (Famalicão), Bednarek (FC Porto), Tomás Araújo (Benfica) e Maxi Araújo (Sporting); Fukui (Arouca), Samu (V. Guimarães) e Froholdt (FC Porto); Zalazar (Sporting), Ricardo Horta (Sp. Braga) e André Clóvis (Académico Viseu).
Por Marques dos Santos