Carlos Brito montou onze low-cost e 100% nacional

Carlos Brito montou onze low-cost e 100% nacional

Convidado a eleger um onze para a Liga Record, Carlos Brito usou um critério apertado, limitando as suas escolhas a jogadores portugueses. Como consequência, o treinador, de 50 anos, acabou por montar uma equipa jovem e nem precisou de gastar metade do orçamento que lhe foi proposto.

“Cada vez há menos portugueses. Não entendam isto como uma postura nacionalista ou algo do género. Não tenho nada contra os estrangeiros, mas, se me dessem a escolher, optava pelos portugueses. Temos bons valores nas Seleções jovens”, explicou Carlos Brito, que colecionou elementos de dez clubes diferentes.

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O técnico tinha à sua disposição 34 milhões de euros para gastar na construção do seu onze e apenas despendeu 13,75 milhões. O jogador mais caro que “contratou” foi Éder, avançado do Sp. Braga, avaliado em 3 milhões.

“Os plantéis não têm assim tantos portugueses e também tive de levar em conta aqueles que vão ser titulares”, assinalou Carlos Brito, fugindo à tentação de rechear a sua lista com jogadores dos três grandes. Cédric (Sporting), Eliseu (Benfica) e Rúben Neves (FC Porto) foram os únicos a merecer a chamada. “Tive mais dificuldade em encontrar defesas nacionais. Mas ainda dava para fazer outro onze só com portugueses”, vincou.

O Rio Ave, clube que Carlos Brito orientou durante várias épocas, é o único a colocar dois jogadores na sua equipa. “É um clube que me é querido. Mas não é só por isso. Acho que são mesmo mais-valias e até poderia ter posto mais um ou dois do Rio Ave...”

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