Chaló escolhe e vai ao detalhe

O onze da Liga Record – que arranca a valer na quarta jornada do campeonato – de Francisco Chaló iria ombrear com os grandes. Do lote de escolhas do técnico que nas últimas duas épocas treinou o Paradou AC, da Argélia, nenhum passou alguma vez pelas suas mãos, mas… “Não me importava nada!”, garante.

Chaló escolhe e vai ao detalhe
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Num cenário hipotético em que não pode recorrer ao banco, o treinador, de 56 anos, indica qual a meta que a sua equipa poderia atingir. “Para a construção de um plantel não basta ter um onze base, mas, olhando para esta equipa, seria perfeitamente legítimo lutar pelas competições europeias. O pódio seria um brilharete!”, avalia.

A equipa alinha em 4x3x3, um “4x1x2x3” se formos rigorosos. O homem das luvas é o capitão e, a partir de um “seguro e experiente” Matheus se ergue uma armada com “grande capacidade de posse, movimentação e dinâmica”, recheada de “jogadores com características muito técnicas”.

Os laterais Sacko e Zaidu, “potentes fisicamente e perfeitamente projetados”, colocariam em sentido qualquer organização defensiva adversária. Na sequência, quede-se a observação sobre os atributos da dupla que figura no coração da defesa. “Centrais muito fortes e autoritários no um contra um”, descreve o técnico acerca de David Carmo e Zainadine.

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No meio-campo defensivo, Gustavo Assunção dá a “capacidade de equilíbrio” imprescindível na posição 6. Os “volantes” Angel Gomes e Otávio diferenciar-se-iam pelas funções de construção do jogo, mas não só… É que os extremos Corona e Everton Cebolinha “fazem muitas diagonais interiores”, o que torna importante a aptidão dos referidos médios interiores em “acompanhar ambos os flancos”. Na frente, o “muito completo” Paulinho cria variabilidade no último terço e a forma incansável como encara o jogo empurra as defesas lá para trás. Tudo detalhado com precisão e paixão por Francisco Chaló.

Por Ruben Tavares
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