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«Época atípica tornou a prova muito difícil»

José Martins é bicampeão da Liga Record. O concorrente algarvio repetiu o título conquistado em 2006 e ontem celebrou com o seu “adjunto”, João Carlos Santos, a vitória na edição desta época do nosso concurso. Ainda não decidiram como vão fazer com o prémio, pois não é fácil dividir um automóvel Citroën C3 1.1i Airdeam Attraction.

“Em 2006 foi fácil dividir o prémio final, eu fiquei com o plasma e o companheiro de equipa ficou com o home cinema. Desta vez ainda não decidimos como vamos fazer”, explica José Martins, de 50 anos, aposentado e adepto do Benfica.

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Quanto ao título agora conquistado, o treinador de bancada não tem dúvidas, foi muito mais difícil do que o anterior. “Esta foi uma época atípica e que tornou a prova muito difícil. Basta ver que o FC Porto campeão a cinco jornadas do fim passou a gerir o plantel. Para os concorrentes que tinham muitos jogadores dos dragões era impossível adivinhar quais iam jogar. Além disso, Benfica e Sp. Braga, por causa da Liga Europa, também pouparam jogadores, o que também atrapalhou”, conta o vencedor da Liga Record 2010/11.

Ir de férias e ganhar

O concorrente revela a tática utilizada nas últimas jornadas. “Felizmente, existe uma regra que me favoreceu. O regulamento permite-nos ir de férias e foi o que fiz. Dessa forma, em cada jornada pontuei metade do total do vencedor semanal, sempre acima dos 30 pontos, isto com uma equipa na qual tinha muitos portistas, que como não estavam a ser utilizados só faria menos de 20 pontos. Foi essa a tática na fase final da época”, revelou José Martins.

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Na próxima temporada, José Martins e o adjunto João Carlos Santos vão defender o título com 90 equipas: “É o número ideal, conseguimos gerir bem assim, mais tornava-se difícil.”

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