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José Augusto no vermelho

• Foto: Pedro Simões

Fiel às raízes encarnadas, José Augusto não hesitou em apostar nos jogadores do Benfica para fazer o seu onze para a Liga Record. A única surpresa foi o facto de ter completado a sua equipa com um futebolista oriundo do clube rival.

"A minha equipa será o Rivais Unidos", ironiza o magriço justificando assim o facto de só ter utilizado atletas de Benfica e Sporting. O Magriço, de forma a conseguir construir um onze competitivo, não olhou a poupanças no orçamento para o seu onze titular. "Foram 33 milhões de euros bem investidos", acrescenta o bicampeão europeu pelo Benfica, que não hesita em revelar alguns dos segredos que utilizou para fazer uma equipa competitiva no concurso.

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Outro ponto que o antigo internacional português não descurou foi em assegurar "uma defesa forte" que possibilite a conquista de mais pontos. "Tudo começa no guarda-redes. A minha escolha inicial até era o Rui Patrício, que fez um excelente Europeu, mas é preciso pensar no orçamento por isso creio que o Ederson também será uma aposta segura", explica a glória do clube encarnado que só utilizou jogadores orientados por Rui Vitória para o quarteto defensivo: "Assim é mais fácil, têm todos muita qualidade e até se conhecem melhor."

No meio-campo os trunfos são Fejsa e Adrien, dois jogadores que admira pela "consistência tática" que transmitem à equipa. "Desta forma posso utilizar jogadores mais fantasistas para a frente", refere José Augusto que não hesita em colocar André Horta, Rafa e Cervi, uma solução que também poderá ser adotada pelo treinador das águias.

Resta o ponta-de-lança e aqui é óbvia a escolha em Jonas. "A dúvida era entre ele e o Slimani pois foram os dois melhores marcadores" , assume o antigo jogador que viu o argelino emigrar para Inglaterra.

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Por João Soares Ribeiro
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