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Uma carteira que faz sonhar

• Foto: Simão Freitas

Habituado a descobrir talentos pelos relvados deste país, António Carlos Rodrigues desligou por alguns minutos o telemóvel, mesmo estando o mercado de transferências longe de fechar. O agente aceitou o desafio de participar na Liga Record e o momento era mesmo de analisar os craques da 1ª Liga e montar um onze que lhe desse garantias de fazer boa figura até à última jornada. "Vou começar as minhas escolhas por dois jogadores representados pela ACR Soccer: o guarda-redes Moreira, que penso que vai fazer uma excelente temporada no Estoril, e o médio-ofensivo André Schembri. Tem tudo para fazer muitos golos no Boavista e assim dá-me mais pontos na Liga Record", começou por referir, não escondendo o sonho que seria poder gerir uma carreira com tantos jogadores de qualidade como os disponibilizados para esta iniciativa.

Seguiram-se decisões bastante fáceis para a zona central do terreno: "Vou escolher o Francisco Ramos, que o FC Porto emprestou ao Chaves. É um dos jogadores mais elegantes a jogar em Portugal. Faz-me lembrar o Lucho González... Para além do Schembri que já escolhi, quero também o André Horta e o André André, dois jogadores que defendem a mística dos seus clubes como poucos, que têm alma e raça." Faltava o ataque e golos. Nada melhor do que as referências dos candidatos ao título: Jonas, Slimani e André Silva.

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António Carlos Rodrigues ‘agenciou’ os craques e decidiu quem melhor os podia treinar: "Gosto da postura do Rui Vitória pela sua serenidade e é o campeão em título."

Por Ricardo Vasconcelos
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