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Ex-jogador do FC Porto elege um “indiscutível” por sector e aposta em nomes de várias equipas
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Foi com os pés que ganhou nome, mas é com as mãos que Albertino tem feito obra ao longo das últimas três décadas. Depois de terminar a carreira como futebolista, o ex-jogador do FC Porto tem dedicado a vida ao sonho antigo da pintura, mas isso não significa que tenha desligado por completo do desporto-rei. Pelo contrário. De tal forma que aceitou prontamente o repto lançado pelo nosso jornal para eleger aquele que, na sua ótica, é o onze ideal para a Liga Record.
Uma equipa que procurou construir, sobretudo, sob a premissa do equilíbrio, mesclando quatro indiscutíveis com outras caras menos conhecidas do nosso campeonato, num total de sete equipas. "Para mim, há quatro indiscutíveis. O Marchesín, que é muito bom; o Alex Telles, que dá uma profundidade enorme àquela ala e que se o FC Porto tivesse outro igual do outro lado, a máquina era outra; o Bruno Fernandes, que é um craque e que cabe em qualquer lado; e o Marega, que por muito que digam que é barrigudo, não me importava de ter outro igual do outro lado", atirou, entre risos, manifestando "um grande apreço" pelo internacional maliano.
A partir daí, a escolha recaiu sobre outros valores "menos falados e que merecem o seu espaço". "O Esgaio é um lateral muito bom, o Bruno Viana é um central com muita qualidade, o André Horta acrescenta muito valor ao meio-campo do Sp. Braga, o Rochinha é perigoso, móvel e rápido", acrescentou, explicando depois a eleição das três caras mais recentes do campeonato.
"O Famalicão está bem e o Nehuén Pérez merece ser falado. O Taremi veio praticamente desconhecido para Portugal e está a mostrar grande valor. E o Mohammadi igual. Os iranianos não têm um futebol muito conhecido, mas o FC Porto também contratou um japonês. Se são bons, porque não?", questionou.
No final de contas, Albertino conseguiu um onze variado e não excedeu o orçamento: 33,75 milhões de euros.
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