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Os tempos não estão para gastos desmedidos. Já todos o sabemos. E quando escrevemos “todos”, falamos também de Deyverson. O avançado do Belenenses aceitou o desafio lançado pelo nosso jornal e fez um onze para a Liga Record 2014/15.
Como respeitador das regras, não escolheu toda a equipa do Belém, para tornar as coisas mais reais. E nem a si selecionou – pese embora que, com dois golos apontados até ao momento na Liga, até lhe daria alguma vantagem –, explicando: “Ah, isso não. Não tinha piada e eu nem me sentiria bem a fazê-lo.Não faz parte da minha maneira de ser.” Além disso, nem sequer esteve perto de esgotar o plafond que tinha para a equipa, ficando pouco acima dos 29 milhões. “Os tempos são de crise.Temos de ser regrados na busca pelo sucesso”, explicou.
O primeiro entrave na escolha do onze foi... Sidnei. “Eu queria escolhê-lo. Sinceramente. Aprendi muito com ele noBenfica. Agora já está na Corunha... É pena, mas para a próxima escolho-o, ok?”
O goleador belenense preferiu selecionar atletas que conhece bem, ora por acompanhá-los pela televisão há algum tempo, ou então porque já os enfrentou em campo.
Para a baliza, uma pergunta, enquanto olhava para a lista de jogadores: “Onde está JúlioCésar?”Adefesa ficacompleta comMano, Gonçalo Brandão – candidato a capitão –, Roderick e Filipe Ferreira. Para o miolo, um trio azul, embora não todo da mesma fonte, composto por Herrera, Evandro e Miguel Rosa. A frente conta com um jogador de cada um dos três grandes: Quaresma, Carrillo e Lima, outro preferido para capitanear a “Deyverson Team.”
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