Paulo Futre: «Hoje o meu passe valeria 60/90 milhões»

Durante mais de uma hora, Futre recordou histórias da sua fantástica carreira...

Paulo Futre: «Hoje o meu passe valeria 60/90 milhões»
Paulo Futre: «Hoje o meu passe valeria 60/90 milhões» • Foto: Pedro Catarino

Foi um sucesso o evento da Liga Record organizado no sábado. Cerca de 50 concorrentes inscreveram-se para o almoço-convívio realizado no Museu da Cerveja, em Lisboa, pois não quiseram desperdiçar a oportunidade de conhecerem Paulo Futre.

O convidado de honra do evento, e mais recente reforço da equipa Record, só não foi a grande revelação da tarde porque já todos sabem como ele é: um craque também fora dos relvados.

Futre chegou mais tarde ao encontro, por motivos que ele próprio fez questão de explicar, na primeira vez que se dirigiu aos presentes. “Tem sido uma loucura por causa dos ensaios do meu novo programa que vai estrear na CMTV. Além disso, a minha namorada, Eva, chegou ontem à noite de Madrid e... bom, sabem como é...” A explicação mereceu os primeiros aplausos da assistência e deixou logo todos os presentes à vontade para questionarem o craque.

Na TV passou um vídeo de quatro minutos com dribles e golos de Futre, desde os históricos duelos com Chendo, do Real Madrid, a fintas e tentos fantásticos com as camisolas do FC Porto, Benfica e Seleção Nacional. O antigo internacional assistiu concentrado para depois explicar alguns desses lances. “Aquele túnel que fiz ali ao Chendo foi considerado em Espanha o melhor túnel da história”, revelou o antigo internacional português.

Nuno Matos, concorrente da Liga Record e também jogador de futsal, na equipa CR Chãs, comentou: “Como guarda-redes, se sofresse alguns daqueles golos, desistia logo da carreira.” Tal como quando atuava nos relvados, Futre não se esquivou a nenhuma questão da nossa plateia. Quanto podia valer o seu passe se jogasse atualmente? “Modéstia à parte, acho que hoje o meu passe valeria de 60 a 90 milhões de euros. Pelo menos se estivesse ao nível dos meus melhores anos.”

Durante mais de uma hora Futre não descansou. De microfone na mão, contou histórias e respondeu às perguntas dos treinadores de bancada. No final, pousou para fotos e deu autógrafos, como um verdadeiro campeão.

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