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Na hora de eleger um onze para a Liga Record, Pedro Queirós, capitão do Vitória de Setúbal, juntou jogadores de quem já foi (ou é) colega com figuras incontornáveis da 1.ª Liga.
Para o ataque, o lateral sadino recrutou jogadores no FC Porto e Benfica, gastando quase metade do orçamento. “O melhor marcador do campeonato anterior, Jackson, tem de estar na equipa. A assisti-lo escolho o Salvio, e o meu colega Zequinha, que pode fazer estragos em qualquer defesa.”
No meio-campo, Pedro Queirós, de 30 anos, não hesita em fazer uma aquisição de peso: o sportinguista William Carvalho. “Custa 7,5 milhões de euros? Não tem problema, é um investimento seguro”, frisa, optando por colocar um antigo colega (Pedro Tiba, agora no Sp. Braga) e um atual (João Schmidt) ao lado do internacional português.
Depois de apostar forte no ataque e no meio-campo, Queirós é obrigado a conter-se no sector defensivo. O sportinguista Cédric, o vila-condense Marcelo, o sadino Frederico Venâncio e o maritimista Rúben Ferreira são os eleitos. “Os centrais Marcelo e Venâncio são jogadores capazes de travar qualquer adversário”, afirma.
Na baliza, por já não ter orçamento para Rui Patrício, Pedro Queirós opta por Coelho, guarda-redes do Penafiel que foi seu colega no Paços de Ferreira. “Não é só pela amizade que o escolho. O Coelho tem muitas qualidades e é uma opção segura.”
O capitão do Vitória provou que é possível formar um onze competitivo com 30,5 milhões de euros. Jackson e Zequinha são os mais velhos (27 anos) numa equipa em que a média de idades é inferior a 24 anos.
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