Pronúncia do Norte

Com este sistema de jogo, os laterais Alex Sandro e Salino teriam toda a liberdade...

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Entre a década de 70 e meados da de 80, Rodolfo Reis deu segurança ao meio-campo do FCPorto, ele que até chegou a envergar a braçadeira de capitão ao longo da sua carreira de futebolista. Era um médio de características defensivas, bastante agressivo... tal e qual Fernando, jogador que elege para trinco. “Se eu me via a jogar nesta equipa? Acho que o Fernando é excelente, o melhor do país e um dos melhores da Europa. Por isso não o tirava deste onze”, refere, enquanto elabora a sua equipa para a Liga Record, a convite do nosso jornal.

Rodolfo, de 58 anos, optou por um esquema tático de 4x4x2, com Jackson Martínez e Lima soltos lá na frente. “Acho que são dois grandes avançados que se complementam. Desta forma, quando Lima descaísse sobre as alas, Jackson aparecia na zona de finalização e vice-versa”, explica, recordando uma dupla de outros tempos: “Domingos Paciência e Kostadinov faziam isto na perfeição.” Para a missão de marcar ao adversário estaria ainda James Rodríguez, a jogar pelo centro, nas costas dos dianteiros. “Acho que é aqui que ele rende mais. É a sua posição”, vinca.

Com este sistema de jogo, os laterais Alex Sandro e Salino teriam toda a liberdade de subir pelo corredor: “São dois jogadores que dão garantias em termos defensivos e ofensivos.” A restante defesa não compromete, dada a “grande qualidade dos centrais Otamendi e Maicon”. O meio-campo, esse, é “fortíssimo”, formado por um Lucho “muito experiente e de grande classe”, um Moutinho “agressivo”, e ainda... Fernando.

Para Rodolfo Reis, o onze eleito é “de grande categoria, equilibrado e dá garantias a todos os níveis, pelo que é capaz de lutar para ser campeão”.

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