Bowling: Melhores 24 estão apuradas

RITA Silva classificou-se na 54ª posição, entre 67 jogadoras que disputam o 36º Mundial AMF no Bowling Internacional de Lisboa (BIL).

A portuguesa subiu seis lugares desde o primeiro dia, com um total de 3946 pinos e uma média de 164,4 após as três jornadas, de oito jogos cada, da ronda de qualificação, ficando assim, como se previa, arredada do quadro de 24 jogadoras que disputará em seguida a fase intermédia.

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A portuguesa melhorou a anterior melhor classificação lusa, a de Márcia Macário, que ficou em 56ª entre as 79 participantes no Mundial de Las Vegas, em 1999.

”É INCRÍVEL JOGAR COM CRAQUES”

Em Lisboa, a primeira classificada, até ao momento, no lote de 24 qualificadas, é a colombiana Clara Juliana Guerrero, de 17 anos, com 5332 pinos, e uma média de 222,2. Segue-se a australiana Ann-Maree Putney (teve de bater a campeã mundial em título, Amanda Bradley, nos nacionais do seu país para estar no BIL), com 5292 e 220,5 de média e Shalin Zulkifli, da Malásia, qualquer das três favoritas para conquistar o título, bem como a campeã de 1997, Su-Fen Tseng, de Taiwan, que, no entanto, fez o ”cut” na 18ª posição.

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As 24 jogadoras qualificadas jogam quinta-feira mais 16 jogos, com vista a entrar no grupo de oito dos quartos-de-final, estes em jogos a eliminar após emparelhamento de atletas pelo ”ranking” até agora obtido na prova.

Esta fase já não se realiza no BIL, mas sim na Sala Tejo do Pavihão Atlântico, sexta e sábado, em duas pistas expressamente montadas e rodeadas de bancadas suficientes para albergar 700 espectadores. Aí se realizam as finais feminina e masculina, no sábado.

A mesma fórmula de apuramento se aplica aos homens, entre os quais ainda compete o português João Januário, que quarta-feira se efectua, a partir das 12:00 horas, a terceira série de oito jogos, reconhecidamente sem hipóteses de chegar aos 24 apurados para a fase intermédia. ”Apesar do nervosismo inicial por sermos do país anfitrião, a pressão não está sobre nós mas sim sobre os candidatos. Está a ser incrível participar ao lado deles”, comentou o atleta de 31 anos, que trabalha à noite, e se prepara há um mês e meio para a prova, treinando-se diariamente nas pistas do BIL, com Rita, duas horas e meia, e ainda hora e meia no ginásio. Atinja ou não a meta de ficar entre os 40 primeiros dos 88 inscritos, João Januário, que joga há dez meses, agradece desde já a Miguel Veloso, da firma de informática NBM, pelo apoio para a preparação para o Nacional, que venceu. De resto, não tem dúvidas da receita do sucesso, depois de ver os ”tubarões” estrangeiros: ”É preciso treinar todos os dias.”

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