O ”GRANDE Prémio Internet” conheceu um semi-finalista à revelia, o britânico Michael Adams, que foi qualificado pelos organizadores na sua disputa ante o computador ”Deep Blue”, sem jogar a segunda partida de qualificação por causa de uma falha no servidor da Web, sediado em Israel.
”Discriminação com a máquina. É óbvio que sim. Mas, tínhamos de atribuir um vencedor e não era justo que um ser humano, com sentimentos, tivesse de jogar uma partida depois de ter estado cinco horas à espera da conexão na rede”, justificou Greengard, um dos mentores da prova.
Por sua vez, os israelitas Amir Ban e Shay Bushinsky, programadores da máquina, ficaram irritadíssimos com a eliminação: ”É uma decisão arbitrária porque não temos culpa da falha na rede. Além disso, na primeira partida que jogaram, o computador tinha o jogo completamente ganho.”
Seja como for, a justiça acabou por ser feita pelo número um mundial, o russo Garry Kasparov, que eliminou Adams (1,5-0,5), sem problemas de maior, apurando-se para a final da inédita competição, indo defrontar, sábado, o vencedor do encontro entre o holandês Piket e o compatriota Svidler, que decorria à hora do fecho desta edição.
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ALEXANDRE REIS
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