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Paulo Pereira não comenta ausência dos irmãos Costa na Seleção

• Foto: Anze Malovrh/Kolektiff

Confirma-se a notícia avançada por Record sobre as ausências dos irmãos Martim e Francisco Costa e o guarda-redes Diogo Rêma da Seleção Nacional, tendo em vista os dois jogos do playoff de apuramento para o Mundial de 2025, frente à Bósnia, esta quinta-feira em Guimarães e depois fora no domingo.

Esta manhã, após o treino realizado na Cidade Berço, ao selecionador nacional foi solicitado comentar a ausência dos dois jogadores do Sporting e o do FC Porto.

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"Só penso nas presenças. Estruturamos o jogo um pouco de forma diferente. Temos aqui gente espetacular, o João Gomes é fantástico a jogar isto, pode ser o futuro Belone. O Belone dava-nos coisas que o João nos pode dar e que até pode melhorar. O Gonçalo Vieira tem estado sempre aí, tem, mais uma oportunidade. Temos o Salvador e o Alexandre que podem ter mais espaço no ataque. O próprio Gaspar está a fazer um campeonato francês fantástico. Estamos prontos", referiu Paulo Pereira, numa alusão a João Gomes, Gonçalo Vieira e Manuel Gaspar, chamados para renderem os ausentes referidos.

Ainda sobre a ausência em particular de Martim Costa, melhor marcador do Europeu deste ano e integrante do sete ideal, Paulo Pereira voltou a vincar a sua posição: "Continuo a insistir, só penso em quem está presente. Se clinicamente os jogadores não estão prontos, só pensamos nos que estão presentes. Vamos encontrar as soluções que temos de encontrar para superar a Bósnia com os que estão presentes, gente espetacular".

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Já sobre a primeira mão esta quinta-feira num cidade de boas recordações, o selecionador nacional apela à presença do público. "Oxalá que nos venham ajudar. Lembro-me do ambiente quando vencemos a França em Guimarães. Podem pensar que o adversário é Bósnia, mas isto é um playoff que apura para o Mundial! Felizmente já só jogamos a última fase, quando entrei tínhamos várias etapas para ultrapassar. Estamos em 11.º do ranking europeu e agora só temos esta fase, onde matamos ou morremos. Esperamos que Guimarães volte a dar uma resposta como dá sempre. Tem sido sempre fantástico jogar aqui. Neste pavilhão mais pequeno vamos conseguir ter um ambiente espetacular".

E tal como os jogadores, assume o favoritismo de Portugal frente à Bósnia.

"Claro que assumimos o favoritismo. Se não nos conseguirmos apurar é um autêntico fracasso. Mas, o fracasso está sempre a caminho do êxito. Não se pode ganhar sempre".

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Por Bruno Freitas
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