_
Paulo Pereira, selecionador nacional de andebol, comentou a qualificação da seleção das quinas para o europeu da modalidade em 2024. O comandante português elogiou a falta de deslumbramentos e, apesar do resultado, reconhece erros e espera melhorias.
Mais uma qualificação depois do Euro2020 e Euro2022
"É mais um crescimento. Apurámo-nos para os Europeus de 2020 e 2022 apenas na penúltima jornada e agora qualificámo-nos na antepenúltima. Isso permite-nos pensar na convocatória seguinte de uma outra forma. Aquilo que me preocupa um pouco é que esta normalidade seja nossa inimiga algum dia. Em 2021, voltámos a ir a um Mundial 18 anos depois, ficámos no 13.º lugar e já é muito mau. Esta normalidade pode penalizar-nos se não soubermos lidar com ela. Não é muito normal. Por muito que as empresas façam um trabalho excecional no país, questionem quantas estão no 13.º lugar a nível mundial e veremos que não somos assim tão fracos."
Sobre o futuro próximo
"Parece que estamos contentes, mas ninguém saltou muito. Por um lado, é ótimo, porque estamos a habituar-nos que isto seja normal. Por outro, temos de estar muito atentos, até porque não queremos ser os melhores, mas melhores a cada dia. Por vezes, isso poderá ser um problema para contornar. Estamos atentos e já falámos sobre isso várias vezes."
Futuro da seleção e potencial renovação
"Uma questão premente é manter a integridade do grupo, de forma que saibamos onde é que estamos e para onde podemos caminhar. É continuar a lutar, a dignificar este país, a trazer gente que possa manter o nosso nível competitivo e começar a meter mais jovens. É o que vamos tratar de fazer. Estamos de parabéns. Como treinador e, principalmente, como português, cada vez gosto mais deles. As coisas estão bem feitas, mas não é fácil."
Exibição no jogo decisivo contra a Macedónia
"[Na primeira parte] Fomos falhando uma série de remates em frente ao guarda-redes [da Macedónia do Norte], que esteve excelente. Houve alguns momentos em que podíamos ter marcado normalmente, mas não foi por não termos conseguido criar oportunidades. Esse início menos bom não permitiu que disparássemos rapidamente [no marcador], mas creio que na parte final da primeira parte, quando jogámos 'sete contra seis', esses sete minutos foram bons, porque conseguimos ser eficazes, não só a encontrar soluções para rematar, mas também a marcar. Defensivamente, crescemos bastante e trabalhámos os detalhes para que haja um plano B ou C. Chegámos ao fim e creio que foi espetacular".
Por RecordSporting vence dérbi e fica perto do tricampeonato
Águias disseram adeus à luta pelo título após derrota no dérbi
Dragões não facilitaram e triunfaram por 41-24
Leões triunfam por 40-28 mas vitória do FC Porto sobre o Águas Santas adia título
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Para assinalar os 52 anos do "dia inicial inteiro e limpo", Record desafiou Pacheco Pereira e Francisco Geraldes para uma conversa sobre liberdade, política e desporto antes e depois da Revolução
O médio foi observado pelas águias que não contactaram o Veneza nem os representantes do médio
Representou as 'Super Águias' em 10 ocasiões