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Ricardo Andorinho exige "consequências" do incidente no balneário do Dragão Arena: «Não deveria ter havido jogo»

Ricardo Andorinho exige "consequências" do incidente no balneário do Dragão Arena: «Não deveria ter havido jogo»

Na sequência do , no sábado, antes do FC Porto-Sporting em andebol, Ricardo Andorinho veio a público exigir que sejam tomadas medidas "sem medo". Recorde-se que, antes do jogo, que terminou com uma , o treinador Ricardo Costa e o pivot Christian Moga tiveram de receber assistência médica, devido a uma intoxicação provocada por um mau cheiro intenso no balneário. Ambos ficaram de fora do encontro.

O antigo andebolista internacional luso, numa publicação no LinkedIn, aponta o dedo aos rivais - FC Porto e Benfica - e diz que está na altura de dizer "basta". Nesse sentido, defende ainda aquela que diz ser a "cultura desportiva sólida, feita de princípios" do Sporting.

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Leia a publicação de Ricardo Andorinho na íntegra:

"Em 1999, tomei uma decisão que sempre me acompanhou: dentro da minha cabeça, nunca jogaria em outro clube português que não fosse o Sporting Clube de Portugal.

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Essa escolha não foi apenas clubística. Foi uma escolha de valores. O Sporting ensinou-me que o desporto se constrói com esforço, dedicação, respeito e identidade. Foi isso que aprendi com uma instituição fundada por atletas como Francisco Stromp — gente que sabia o que significava servir o desporto com verdade e com cultura desportiva.

O que tenho visto acontecer, demasiadas vezes, no Porto e no Benfica sempre me pareceu demasiado mau para ser verdade. E, sinceramente, está na altura de dizer basta.

O Sporting é o que é porque carrega uma cultura desportiva sólida, feita de princípios. E talvez seja isso que mais falta faz a outros clubes: não apenas ganhar, mas saber representar o desporto com dignidade.

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Na minha opinião, nem sequer deveria ter havido jogo. Há momentos em que o desporto precisa de parar — parar uma ou duas jornadas — para percebermos, a sério, o que é que queremos dele. Porque sem tempo para pensar, continuamos presos à máquina infernal da violência, que procura outras formas de afirmação que não a desportiva.

Está na hora de exigir consequências. Reais. Diretas. Sem medo."

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Por Record
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