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Capitã da Seleção Nacional feminina foi exemplar como atleta de andebol
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Bebiana Sabino, capitã da Seleção Nacional feminina, colocou um ponto final na carreira desportiva de quase 30 anos, marcada por 150 internacionalizações (a segunda lusa mais internacional de sempre) e 250 golos por Portugal.
Em declarações ao site da Federação (FAP), a pivô do Colégio de Gaia, de 38 anos, despediu-se: “Foram 28 anos a viver o andebol com muita paixão e dedicação. Por isso, terminar a carreira foi uma decisão difícil, mas saio com a sensação de dever cumprido. Levo comigo cada vitória, cada derrota e, acima de tudo, as pessoas: colegas, adversárias, árbitros, equipas técnicas e todos os que se cruzaram comigo neste caminho. Representar Portugal foi o maior orgulho da minha vida desportiva. O desporto, e o andebol em particular, moldou-me enquanto atleta e pessoa e serei sempre profundamente grata por tudo o que me ensinou”, considerou Bebiana Sabino.
Com um currículo impressionante, onde se contam 6 Campeonatos Nacionais, 10 Taças de Portugal, 9 Supertaças e 1 Liga de Angola, a atleta nascida no Porto representou ainda União da Bela, Alfenense, 1.º de Agosto (Angola) e Madeira SAD.
Para trás fica, entre outras tantas memórias, Bebiana cumpriu o sonho de disputar a fase final de uma grande competição internacional no escalão sénior: o Europeu feminino de 2024.
Miguel Laranjeiro, presidente da FAP, elogiou a jogadora: “Todos nos habituámos a respeitar a atleta e a pessoa que é a Bebiana Sabino. Foi uma enorme capitã da nossa Seleção Nacional. Pela postura e determinação como enfrentava o jogo, pelas qualidades pessoais e humanas que lhe são conhecidas, pela forma correta, mas firme, como assumia as funções de capitã, merece ser recordada sempre como uma das melhores. A atleta e professora universitária Bebiana Sabino continuará certamente ligada à modalidade, porque uma vez do andebol, para sempre do andebol. Contaremos com a nossa capitã para levar ainda mais longe o nosso andebol. Precisamos de exemplos como o da Bebiana. Obrigado!”
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