Cabo Verde mobiliza-se para participação da seleção de andebol no Mundial

Competição vai decorrer no Egito, de 14 a 31 de janeiro de 2021

A Federação Cabo-verdiana de Andebol (FCA) vai lançar esta quinta-feira uma campanha a nível nacional para mobilizar a população com vista à participação pela primeira vez da seleção masculina no Mundial da modalidade, em janeiro de 2021, no Egito.

O anúncio foi feito pelo presidente da federação, Nelson Martins, à saída de um encontro com o Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca, a quem foi dar a conhecer os preparativos para a participação de Cabo Verde no Mundial, bem como a apresentação da campanha.

Denominada de 'Cabo Verde rumo ao Mundial, Egito 2021', a campanha vai ser lançada em várias plataformas e pretende envolver todo país na 'causa' e levar as pessoas a apoiarem todas as seleções nacionais de igual forma, salientou o presidente.

"Porque cada seleção, cada jogador, cada membro da equipa técnica é um embaixador que Cabo Verde tem lá fora. E não é só para o desporto, há outras valências que isso traz, como turísticos", notou o dirigente.

Até ao momento, Nelson Martins considerou que o país ainda não tem toda a noção do feito que é a participação pela primeira vez da seleção de andebol masculino no Mundial, mas disse acreditar que a campanha vai ajudar nesse sentido.

Relativamente aos preparativos, Nelson Martins disse que estão a decorrer e que está a ser preparado o próximo estágio, de 02 a 08 de novembro, no Porto, com concentração de 23 jogadores.

Depois disso, segue-se a escolha dos convocados finais, que voltam a concentrar-se em 26 de dezembro até início da prova, segundo Nelson Martins.

O 27.º Campeonato do Mundo de andebol vai decorrer no Egito, de 14 a 31 de janeiro de 2021.

A seleção cabo-verdiana integra o Grupo A, juntamente com Hungria, que vai ser o adversário na estreia, bem como Alemanha e Uruguai.

O presidente da FCA adiantou que o orçamento para a participação de Cabo Verde na prova ronda os 24 milhões de escudos (perto de 217.000 euros), esperando reduzir esse custo e mobilizar o valor junto de parceiros.

"De certeza que vamos ter todas as condições para ter uma participação digna neste Mundial", garantiu Nelson Martins.

Por Lusa

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