Leão imperial com Ivan Nikcevic

O vice-campeão mundial de 2012 foi o melhor marcador na 1.ª mão da Challenge com 10 golos

• Foto: Pedro Ferreira

O sérvio Ivan Nikcevic teve como uma das suas inspirações o antigo internacional Ricardo Andorinho, que também jogava a ponta-esquerda. E o passado chegou a cruzar os dois jogadores na Liga Asobal, numa altura em que Nikcevic jogava pelo Altea e, depois, Almería, enquanto o português era estrela no Portland San Antonio. Andorinho saiu do clube no final de 2007/08, abrindo a porta para o jogador dos Balcãs entrar para o seu lugar. Mas quis o destino que Nikcevic não esgotasse a sua relação com Portugal, tendo ainda jogado com Tiago Rocha no Wisla Plock (Polónia), para rumar esta temporada ao Sporting, por sinal o clube de Andorinho, equipa sensação que se encontra numa fase crucial, em que pode ganhar tudo: final da Challenge, Campeonato e Taça de Portugal.

O ‘guerreiro’, prata no Mundial em 2012, ainda não sabe se continua em Alvalade, mas está encantado com a experiência, depois de ter sido o melhor marcador da 1ª mão da final da Challenge, onde os leões venceram (37-28) o Turda: "Confio muito nesta equipa do Sporting, que é como uma grande família. Temos grandes jogadores, há que trabalhar e ter paciência. Nem sempre as coisas aparecem num mês ou num ano, pois temos um grupo novo. Mas com trabalho poderemos ganhar muita coisa."

Apoquentado por algumas lesões, Nikcevic apareceu em forma no jogo de Almada, ao marcar dez golos aos romenos, com uma eficácia de 83%: "Não sei se foi a partida em que marquei mais golos pelo Sporting, mas cada jogo tem a sua história. Desta vez a minha missão era marcar, mas há outros jogos em que tenho de defender. O trabalho é de toda a equipa. Gostaria ainda mais se Pedro Solha [o outro ponta-esquerda do Sporting] não estivesse lesionado para nos ajudar. É bom companheiro."

Apostado em fazer valer a vantagem de nove golos para a 2ª mão da Challenge, Nikcevic ainda não pensa no campeonato, onde o Sporting precisa de bater o Benfica para ganhar o título na última jornada: "É impossível ser campeão em fevereiro, março ou agora. Há que jogar o último jogo, a última final e há que ganhá-la para ser campeão. Antes disso temos uma partida na Roménia e não penso muito mais para além do próximo desafio. Há a Challenge, o Campeonato e a Taça, mas vamos passo a passo."

Por Alexandre Reis
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