Magnus Andersson: «Fomos ingénuos»

Técnico portista lamenta pecados nos momentos capitais do Clássico

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• Foto: Victor Sousa/Movephoto

Magnus Andersson, técnico do FC Porto, apresentou-se resignado com o desfecho do clássico frente ao Sporting por força “das várias ocasiões flagrantes desperdiçadas nos momentos cruciais que podiam ter um reflexo anímico importante”.

“Foram pequenas coisas que fizeram a diferença, principalmente o desperdício de algumas boas ocasiões no ataque no período final. Não começámos bem, com muitos problemas e duas exclusões logo a começar, mas recuperámos e passamos para a frente por um, só que aí falharam algumas coisas”, comentou o sueco, reconhecendo o abalo que essa ineficácia proporcionou: “Quando estás num jogo de capital importância para os dois clubes tens de controlar as emoções porque quando começas a falhar alguns detalhes nos momentos certos isso tem muito peso e a verdade é que fomos ingénuos em algumas situações. É verdade que nunca sabes o que acontecerá, mas se marcas naqueles momentos tudo poderia ter sido diferente”.

Suspiro de inconformismo também pela avaliação que Magnus Andersson realizou aos elementos técnicos presentes.

“ Para mim os árbitros nunca foram problema, mas quando um delegado sai da sua zona para punir um jogador do FC Porto com uma exclusão de dois minutos por uma coisa que não fez, isso faz-me sentir revoltado, quase com vontade de vomitar. Não percebo como é que duas pessoas que são externas às decisões do jogo decidem começar a ter intervenção no jogo”, desabafou Magnus Andersson, sem problemas em admitir que “agora é muito difícil chegar ao título”: “ Não vamos desistir, mas será complicado. Vamos procurar vencer o resto dos jogos, mas provavelmente já não será suficiente, pelo que o nosso grande objetivo agora é chegar à final four da Taça EHF, marcar presença em Hamburgo. O problema é que agora vamos defrontar o 4º classificado da Bundesliga”.

Já sobre todo o insólito que envolveu o Sporting antes do clássico, Magnus Andersson foi perentório a atirar não não podia adiantar nada.

“Não sei nada do que aconteceu. Ouvi comentários, claro, a dizer que não se estavam a sentir bem no balneário, mas realmente não sei de nada. Espero que esteja tudo bem com eles”, asseverou Magnus Andersson.

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