Carlos André Gomes e o jogo com o FC Porto: «Marítimo recorre ao TAD em defesa do andebol português»
Presidente do Marítimo confirma queixa devido à derrota por falta de comparência e não poupa a FPA e os dragões
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O presidente do Marítimo confirma que o clube apresentou uma queixa no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), contra a decisão da Federação Portuguesa de Andebol (FPA) de lhe atribuir falta de comparência (além de derrota por 15-0) no jogo da 21ª jornada da liga contra o FC Porto, no Dragão Arena. Carlos André Gomes lamenta não só a postura da FPA, como a do FC Porto neste processo, originado pela falta de voos para o Porto devido ao mau tempo.
“Mais do que nunca, há uma coisa que o Marítimo tem de fazer, que é defender os seus direitos e aquilo que entende ser a justiça, neste caso no andebol português. Perante uma Federação que claramente se demarca da responsabilidade que tem, tivemos que tomar posição. E, nesse sentido, apresentámos um protesto ao TAD para repôr a verdade. A história e o nome do Marítimo têm que ser defendidos”, salientou a Record, pormenorizando: “Uma falta de comparência nas condições em que foi determinada pela FPA revela uma federação fraca. E uma liderança fraca, sem estofo para estar à frente de uma federação.”
Também o comportamento dos dragões desiludiu o dirigente. “O FC Porto defende os seus interesses, mas, do meu ponto de vista, a sua postura não foi de acordo com aquilo que se pretende da verdade desportiva. A posição que tomou, particularmente em relação ao Marítimo, não foi a mais correta", atirou Carlos André Gomes.