Miguel Laranjeiro elogia trabalho de Paulo Pereira: «Contribuiu para a imagem do andebol»
Presidente da Federação de Andebol de Portugal ambicioso para alcançar ainda mais
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Miguel Laranjeiro não poderia estar mais feliz com a renovação de Paulo Pereira. O presidente da Federação de Andebol de Portugal elogiou o trabalho feito pelo selecionador, considerando a renovação como um passo lógico mediante o que tem vindo a ser feito.
"Local certo e momento certo. Antiga muy nobre, leal e invicta cidade do Porto é o melhor siito para assinar com o selecionador nacional. Momento certo, porque é depois da confirmação da sexta presença seguida em fases finais, depois da presença histórica e inédita nos Jogos Olímpicos, altura certa pelas classificações que temos vindo a conseguir nas várias provas e no trabalho que existe entre as seleções e a estrutura da federação. É uma renovação natural, consequência quase lógica do trabalho que temos vindo a realizar. Agradeço a Paulo Pereira todo o trabalho, todo o foco, toda a exigência e qualidade que imprimiuu na seleção e no andebol. Contribuiu para o aumento da imagem positiva do andebol. Andebol teve uma evolução e não só um pico, há continuidade em altos parâmetros e classificações. A ambição é palavra presente na FAP. Temos objetivos para a frente, objetivos a conquistar, é preciso foco, trabalho, continuidade e exigência", apontou.
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Simultaneamente, Miguel Laranjeiro enalteceu o caminho traçado pela modalidade em Portugal. "O que o andebol tem feito nos últimos anos é contra a maré, a corrente do desporto. Resulta sobretudo de pessoas. Homens ou mulheres que, na sua competência, dão o máximo. É um orgulho ser presidente da FAP e ver que cada um está a dar o seu melhor. A estrutura é mais pequena do que se calhar devia, tendo em conta a quantidade de provas, mas as pessoas nesta estrutura assumiram que fazendo cada um o seu melhor iam chegar mais longe. Tem sido conseguido. É um orgulho grande. O limite é mais alguma coisa do que consegimos hoje. Obviamente, há altos e baixos. Se fosse sempre a subir, não havia desporto", referiu.