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Em 1982 e 1983, no período áureo da corrida popular em Portugal, o Ginásio Clube Português levou a efeito uma corrida a que deu o sugestivo nome “Ponte a Pé”, com partida do Largo da Portagem e chegada à sede do clube, nas Amoreiras, após passagem pela Ponte 25 de Abril. A prova foi logo um êxito para a época, com quase dois mil concorrentes à chegada. No ano seguinte, para comemorar o 10.º aniversário da revolução, a Associação 25 de Abril pretendeu fazer uma “Meia-Maratona de Abril”, com passagem pela ponte, mas o governo, alegando “razões técnicas”, proibiu a sua realização. E a “Ponte a Pé” acabou também por ser suspensa.
Autorização
Até que, em 1991, um ano depois de ter formado o Maratona Clube de Portugal, Carlos Móia retomou o projecto, insistiu com o ministro das obras públicas de então, Ferreira do Amaral, e conseguiu a autorização para voltar a fazer a prova na ponte. Nascia a Meia-Maratona de Lisboa, cuja primeira edição constituiu desde logo um êxito, com 3.102 concorrentes a completarem a prova.
Carlos Móia contou com a colaboração de Mário Machado, da revista “Spiridon”, que já liderara a parte técnica da prova do Ginásio Clube Português, e conseguiu desde logo o apoio do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Jorge Sampaio, que deu o tiro de partida, e do ministro da Educação, Roberto Carneiro, que correu a primeira parte da prova, como muitos outros entusiastas que assim aproveitaram para passar a Ponte a pé, numa antecipação das “minis”, que nasceriam três anos depois, na quarta edição da prova.
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