Mesmo sem o lesionado Luís Jesus, o seu melhor elemento da época passada (segundo lugar), a Conforlimpa sagrou-se pela quinta vez campeã europeia de estrada e com a sua maior vantagem de sempre. Ficou apenas a um título do Maratona.
À equipa da Conforlimpa, que também tem dominado a nível nacional (cinco vezes campeã nos últimos sete anos), ficam agora a faltar os títulos de corta-mato, apesar de tudo mais prestigiantes a nível nacional e mais difíceis internacionalmente.
Percurso
Ao fim de 11 anos de existência, a equipa da Conforlimpa, nascida do entusiasmo de um empresário (Armando Cardoso) ligado a uma empresa de limpezas, atingiu uma fase de consolidação. Inicialmente, a falta de experiência do presidente do grupo (e do clube desportivo ligado à empresa) levou-o a alguns avanços e recuos que atrasaram a consolidação da equipa.
Depois, aconselhado pelos experientes António Antunes (director desportivo) e Manuel Matias (treinador), a equipa foi ganhando consistência. Ao contrário de outras (nomeadamente do Maratona), são ali raras as saídas de atletas. Embora com uma equipa "velha" (os mais novos têm 31 anos e dois terços da formação já ultrapassou os 35!), o que pode trazer problemas a curto prazo, a formação atingiu agora o seu ponto alto.
Para já, é quase cem por cento favorita para o Nacional do próximo domingo, entre Famalicão e Joane. Mas a grande aposta está reservada para Fevereiro e para as competições de crosse (Taça dos Campeões e Nacional), que a Conforlimpa nunca ganhou. A aposta em Eduardo Henriques (se conseguir recuperar das suas mazelas) vai nesse sentido. O presidente Armando Cardoso tem razões para sorrir...
Uma equipa de estrada
A Conforlimpa é essencialmente uma equipa de estrada, terreno no qual os seus principais atletas (nomeadamente Alberto Chaíça e Luís Jesus) se sentem mais à vontade.
No entanto, com Eduardo Henriques, o melhor corredor nacional de crosse dos últimos anos, com o regresso de Paulo Gomes à melhor condição e já podendo contar com Luís Jesus (para além, claro, de Alberto Maravilha, Luís Feiteira e José Ramos), a equipa tem condições para, pelo menos a nível nacional, dominar um Maratona em renovação (Fernando Silva, Hermano Ferreira, para além de Manuel Damião) mas ainda "curto", tanto mais que António Pinto nunca foi corredor de crosse e não há meio de Paulo Guerra "regressar".
As equipas dos Gémeos Castro e da Skoda têm menos hipóteses.
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