No âmbito da atividade do Programa Nacional de Marcha e Corrida, a Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) assinou esta quarta-feira, em Lisboa, um Protocolo de Cooperação com a Sociedade Portuguesa de Cardiologia (SPC) para promover a prática desportiva e combater o sedentarismo, com foco na reabilitação cardíaca e na prevenção primária das doenças cardiovasculares, que são responsáveis por mais de 20 milhões de mortes prematuras em todo o mundo e constituem a principal causa de morte em Portugal.
Os principais objetivos deste protocolo são, assim, a promoção da atividade física, especialmente da marcha e da corrida, como parte da reabilitação cardíaca (fase 3) para doentes com problemas cardíacos; incentivar a criação de hábitos de vida saudável e de prática desportiva como forma de prevenção primária de doenças cardiovasculares; e estabelecer parcerias com autarquias, escolas, clubes e com o Serviço Nacional de Saúde, no sentido de criar um projeto nacional integrado para dar resposta às necessidades dos portugueses nesta área.
“Este protocolo é muito importante em duas vertentes: uma delas é a reabilitação cardíaca, que, infelizmente em Portugal é relativamente baixa entre a população com este tipo de patologias; e este protocolo pode ajudar na implementação das orientações nacionais e internacionais, que defendem, nestes doentes de fase 3, a mais adiantada, a adoção de hábitos de vida saudáveis, especialmente no que diz respeito ao exercício físico. A outra vertente é a prevenção primária”, disse o presidente da Sociedade Portuguesa de Cardiologia, Hélder Pereira, durante a assinatura pública deste protocolo.
Já Domingos Castro, líder da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA), manifestou o seu compromisso. “Para mim é uma honra fazer parte da assinatura deste protocolo, que coloca a Federação Portuguesa de Atletismo numa posição ativa num projeto que é uma causa tão nobre como a saúde dos portugueses. Como tal, vamos empenhar-nos ao máximo para colocar a modalidade, particularmente a marcha e a corrida, em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Cardiologia, ao serviço da prevenção de doenças cardiovasculares e da reabilitação dos doentes com patologia cardiovascular”, garantiu Domingos Castro, sublinhando que uma das medidas neste protocolo é o acesso gratuito, por um ano, aos centros técnicos do Programa Nacional de Marcha e Corrida para os doentes encaminhados para programas de recuperação cardíaca.
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