Os quenianos monopolizaram os pódios da Maratona de Nova Iorque, com Helen Obiri a vencer a corrida feminina, com novo recorde do percurso, e Benson Kipruto a vencer nos homens.
Com as três anteriores vencedoras em Nova Iorque à partida para a edição de 2025, Hellen Obiri repetiu o triunfo de 2023 e impôs-se em 2:19.51 horas, superando em mais de dois minutos o anterior recorde do percurso, que pertencia à também queniana Margaret Okayo (2:22.31) desde 2003.
Sharon Lokedi, vencedora em Nova Iorque em 2022, terminou na segunda posição, em 2:20.07 horas, à frente de Sheila Chepkirui, que fez uma marca de 2:20.24, mas não conseguiu repetir a vitória de 2024.
A campeã olímpica, a holandesa Sifan Hassan, acabou por desiludir e terminou apenas na sexta posição, em 02:24.43 horas.
A prova masculina foi decidida por apenas 30 centésimos, com Benson Kipruto a impor-se, num sprint espetacular, a Alexander Mutiso, vencendo em 2:08.09 horas, tendo agora vitórias em quatro das maiores maratonas do mundo, depois de Boston (2021), Chicago (2022) e Tóquio (2024).
Albert Korir fechou um pódio 100% queniano, ao ser terceiro, com uma marca de 2:08.57 horas.
Em Nova Iorque estiveram dois dos maiores maratonistas da história, com o queniano Eliud Kipchoge, três dias antes de cumprir 41 anos e naquela que deverá ser a sua última maratona profissional, a ser 17.º, em 2:14.36 horas, cortando a meta com um enorme sorriso e debaixo de um grande coro de aplausos, enquanto o etíope Kenenisa Bekele, de 43 anos, abandonou.
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