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A portuguesa Patrícia Mamona foi esta madrugada a oitava colocada na final do triplo salto dos Mundiais de atletismo de Eugene, nos Estados Unidos. Vicecampeã olímpica em título, a portuguesa de 33 anos surgia como uma das favoritas aos lugares cimeiros, mas nunca se encontrou no concurso desta madrugada, despedindo-se com uma marca de 14,29 metros, bem longe do recorde nacional que está na sua posse - os 15,01 que fez em Tóquio'2020.
Num ano marcado por alguns problemas físicos, a atleta do Sporting entrou em concurso com 14,25, fez um nulo na segunda tentativa e fechou a primeira ronda com 14,19. Iniciada a fase final, com as oito melhores, a portuguesa voltou a fazer um nulo, antes de marcar o seu melhor registo no quinto ensaio, com os 14,29. A fechar, em desespero de causa, fez 14,00. Pese embora o registo menos bom, diga-se que Mamona foi a primeira não-americana, o que abre boas perspetivas para os Europeus de Munique.
Quanto às medalhas, a inevitável Yulimar Rojas levou o ouro, com um concurso no qual ao segundo ensaio já tinha fechado as contas. Fez 15,47 metros e deixou bem longe as concorrentes. A que mais perto ficou foi Shanieka Ricketts, com 14,89, feitos logo de entrada. A fechar o pódio ficou Tori Franklin, com 14,72.
Fica assim terminada a representação portuguesa neste quarto dia de Mundiais. Na terça-feira apenas contaremos com Vera Barbosa, que pelas 1h15 (de quarta-feira) disputará as eliminatórias dos 400 m barreiras.
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