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O pedido de liberdade condicional de Oscar Pistorius, antigo campeão paralímpico sul-africano que cumpre pena de prisão pela morte da namorada Reeva Steenkamp em 2013, foi rejeitado esta sexta-feira.
O ex-atleta foi condenado em segunda instância a 13 anos e cinco meses de prisão em novembro de 2017, mas a lei sul-africana prevê que, após ter cumprido metade da pena, um condenado pode beneficiar de um ajustamento da mesma, o qual dá direito a uma eventual libertação de forma condicional. Com esta recusa do pedido, Pistorius terá assim de continuar preso, pelo menos, durante mais um ano, altura em que a decisão será revista.
A mãe de Steenkamp, que compareceu na audiência, disse que se opõe à libertação do ex-atleta, porque sentiu que este não estava arrependido. Algo que a advogada dos pais da então companheira de Pistorius já tinha avançado aos jornalistas, antes do início da audiência.
"A menos que ele confesse, eles [os pais] não acreditam que ele esteja reabilitado. Pistorius não disse a verdade e, por essa razão, June e Barry alegam que ele não deveria sair em liberdade condicional. Ele é o assassino da filha deles. Para eles, é uma sentença de prisão perpétua", referiu Tania Koen, tendo ainda acrescentado que o tempo "não curou" a dor de Barry e June: "Para eles são dez aniversários perdidos, dez dias da mãe, dez dias do pai, dez Natais."
Recorde-se que, na noite de 13 para 14 de fevereiro de 2013, Oscar Pistorius atingiu a namorada com quatro tiros, através da porta da casa de banho, alegando pensar que se tratava de um ladrão.
Por Record
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