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O presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, reagiu esta segunda-feira com "profunda tristeza" à morte do queniano Kelvin Kiptum, recordista mundial da maratona, num acidente de viação, no domingo.
"Foi com profunda tristeza que soube da morte do recordista mundial da maratona Kelvin Kiptum, do Quénia, num acidente de viação", disse Bach, citado nas redes sociais do COI.
Thomas Bach disse que estava empolgado por saber o que Kiptum, "o mais rápido maratonista do mundo", poderia vir a conseguir nos Jogos Olímpicos Paris'2024.
"Os nossos pensamentos estão com a sua família e amigos, assim como com os do seu treinador, Gervais Hazimana, que também morreu no acidente", referiu o presidente do COI.
A morte aos 24 anos de Kiptum, recordista mundial com 02:00.35 horas e que era o principal candidato a baixar das duas horas na maratona, causou enorme comoção no Quénia e nos amantes e praticantes de atletismo, com inúmeras demonstrações de consternação e mensagens de condolências.
O jovem maratonista, que além do recorde do mundo detinha a terceira e a sétima melhores marcas na distância, e o seu treinador Gervais Hakizimana morreram no domingo à noite, num acidente entre Eldoret e Kaptagat, no oeste do Quénia, num carro que o próprio atleta conduzia.
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