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Comitiva portuguesa foi homenageada no Palácio de Belém após participação histórica nos Mundiais
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Após ter cumprimentado, um a um, todos os atletas e restante staff da Seleção Nacional, e condecorado os três medalhados, acompanhado pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro, o Presidente da República passou às palavras reforçando o caráter excecional da conquista histórica nos Mundiais de Atletismo de pista curta, em Torun, Polónia. "A melhor presença de sempre nos mundiais de pista curta".
Durante o seu discurso de homenagem, António José Seguro fez mesmo questão de vincar ainda que "Portugal terminou no quarto lugar do medalheiro final". "É fantástico o resultado que obtivemos, à frente de grandes potências mundiais. Apenas atrás de Estados Unidos da América, Grã-Bretanha e Itália".
Para finalizar, Seguro não escondeu "a alegria e o orgulho por receber aqui no Palácio de Belém os atletas e todo o staff da seleção nacional que elevou bem alto o nome de Portugal na Polónia".
Domingos Castro apelou à construção de uma "arena"
O presidente da Federação Portuguesa de Atletismo foi o rosto que melhor espelhou o momento, com um sorriso de orelha a orelha. "Diria que se calhar sinto mais alegria e mais felicidade do que até os próprios atletas que foram condecorados. Dupla emoção, ex-atleta, hoje presidente, grande sucesso e o sucesso é de todos, de uma equipa invisível... tenho pena que muita gente que contribuiu para este sucesso não esteja cá, gostaria muito mas não é possível", disse em declarações a Record, após ter terminado a cerimónia.
O antigo campeão que marcou uma geração, elevando bem alto o nome do Sporting e de Portugal, não continha a emoção que lhe ia na alma: "Quero mais uma vez, com toda a gratidão agradecer ao Presidente da República, depois deste sucesso coroado com esta visita aqui foi como se costuma dizer a cereja em cima do bolo". E aproveitou a presença do Primeiro-Ministro para deixar um apelo: "A ver se temos uma arena de uma vez por todas porque temos os melhores atletas do Mundo mas, não temos condições para treinar e competir".
Por outro lado, não esqueceu o papel da cobertura jornalística. "Agradecimento especial à comunicação social porque nós lá na arena sentimos que os media portugueses estavam connosco e os atletas sentiram isso também", partilhou. Para finalizar, Domingos Castro reforçou que "melhor balanço era impossível": "Três medalhas, quatro recordes nacionais e um outro igualado, melhor não podia ter acontecido. Mas, isso é um pronúncio que estamos no bom caminho e que melhores coisas virão no futuro, se nos proporcionarem um pouco mais de condições do que aquilo que nós temos".
"Demorou 10 minutos a conseguirmos autocarro"
Foi com pompa e circunstância que a comitiva nacional chegou ao Palácio de Belém. Passavam 32 minutos das 15h00 quando o luxuoso autocarro da federação portuguesa de futebol, que transportou a seleção desde o Aeroporto Humberto Delgado, estacionou em Belém. Questionado sobre este empréstimo, Domingos Castro explicou ao nosso jornal: "Sabe porquê? Porque sou um presidente da federação que tenho uma excelente relação com todos os presidentes e ontem quando o Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, me ligou a dar os parabéns, pensei para mim, nós somos uma federação pobre nem sequer temos um autocarro para chegar com dignidade à residência do Presidente da República e perguntei-lhe qual seria a possibilidade de irmos no autocarro da FPF. Ele disse logo, 'vou resolver esse problema' e dez minutos depois já alguém da FPF nos estava a ligar a dizer que 'o autocarro da FPF é que vos vai buscar ao aeroporto'. Estou muito grato porque é um gesto de carinho de um presidente que estimo muito, também".
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