Queniana denuncia subornos para abafar casos de doping

Acusa federação do seu país

A queniana Francisca Koki Manunga, suspensa por quatro anos por doping, denunciou esta quinta-feira que o diretor executivo da Federação Queniana de Atletismo exigiu 50 mil dólares (cerca de 44 mil euros) para abafar alguns casos.

Koki Manunga e outras seis atletas quenianas foram suspensas em novembro, umas por terem usado a substância mascarante furosemida e outras eritropoetina (EPO) nos últimos Mundiais, que decorreram em Pequim.

Agora, a especialista dos 400 metros barreiras acusa Isaac Mwangi de ter pedido a si e à sua colega de seleção Joyce Zakari dinheiro para "resolver a situação".

"[Isaac Mwangi] Pediu a cada uma 2,5 milhões de shillings [cerca de 22 mil euros]. Não tínhamos tanto dinheiro. Nunca vi tanto dinheiro. Comecei a carreira profissional há pouco tempo e ainda não consegui juntar qualquer verba significativa", disse Koki Manunga à agência AFP.

Desde 2012, cerca de quarenta atletas quenianos foram suspensos por doping, números que levam a federação de atletismo daquele país a recear sofrer as mesmas penalizações aplicadas à Rússia.

A 13 de novembro, a Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF) suspendeu provisoriamente a Rússia devido ao uso generalizado de substâncias proibidas.

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