Benfica e Sporting revalidam títulos nacionais

Águias venceram campeonato masculino; leões triunfaram nas senhoras

O Sporting revalidou este domingo em Leiria o título de campeão nacional de atletismo em femininos, com vantagem avassaladora sobre o rival Benfica, que por seu lado conservou o cetro de masculinos, com alguma dificuldade.

As leoas ganharam 16 das 25 provas do programa, a que somam cinco segundos lugares, pelo que nunca esteve em causa o heptacampeonato, 22.º título dos últimos 23 anos.

O Sporting fechou a competição em Leiria no estádio municipal com 163 pontos, com 35 de avanço sobre o Benfica, que ainda assim recupera do ano passado para esta edição o segundo lugar à Juventude Vidigalense (101).

Este domingo, o Sporting só não conseguiu o pleno porque Marta Pen Freitas, do Benfica, confirmou a excelente forma nos 800 metros, que ganhou em 2.06,56 minutos, contra 2.10,08 da sub-23 Salomé Afonso.

No dardo, Sílvia Cruz foi apertada por Cristina Ferreira (Jardim da Serra) mas recompôs-se, para ganhar com 45,12 contra 43,15.

Lorene Bazolo (23,39 nos 200 metros), Sara Moreira (9.10,39 nos 3.000 metros), Olímpia Barbosa (13,71 nos 100 metros barreiras), Vera Barbosa (56,95 nos 400 metros barreiras), Eleonor Tavares (4,30 na vara), Patrícia Mamona (14,12 no triplo), Jessica Inchude (14,95 no peso) e a estafeta 4x400 metros (3.43,33) foram as outras vencedoras da tarde.

Destaque para mais um registo de Mamona acima dos 14 metros, a menos de duas semanas do arranque dos Mundiais.

As madeirenses do Jardim da Serra, que só chegaram à I divisão em 2014, chegam ao quarto posto, com 79 pontos, seis à frente do Estreito, também da Madeira. O Grecas fixa-se no sexto lugar (66 pontos), seguido por Sporting de Braga (65) e Sra. do Desterro (63).

'Apertado' nos masculinos

Em masculinos, o sucesso do Benfica ficou seguro por 10 pontos apenas. A diferença era de dois pontos no sábado, mas hoje o Benfica teve alguma folga depois do martelista rival, Miguel Carreira, fazer quatro nulos e não pontuar.

Viria a ganhar o benfiquista António Vital e Silva, com recorde pessoal a 71,48.

Não foi a única boa supresa para o Benfica, que nos 800 metros viu Miguel Moreira (1.54,61) derrotar o sportinguista Sandy Martins.

Vitória esperada, do lado do Sporting, para Rasul Dabó, nos 110 metros barreiras.

Com Diogo Mestre lesionado, o Benfica teve de recorrer ao decatlonista Samuel Remédios nos 400 metros barreiras e os resultados não foram brilhantes para o clube, já que foi sétimo. Só que o Sporting não aproveitou e o seu atleta Daniel Chagas só foi terceiro, em prova ganha pelo bracarense Ricardo Lima (53,34).

Depois, salvo o caso do triplo, prova na qual a superioridade de Nelson Évora nunca esteve em causa (16,61), e os 4×400 metros finais (3.14,18), já sem influência na classificação, o Benfica foi somando vitórias.

Nos 3.000 metros venceu Rui Pinto (8.13,19) e nos 200 metros David Lima (21,15), enquanto os 3.000 metros obstáculos foram para Miguel Borges (8.54,67). Na altura triunfou Paulo Conceição (2,07) e no disco Francisco Belo (61,44)

O Sp. Braga ganhou a luta para o terceiro lugar e chega aos 111 pontos, contra 95 da Juventude Vidigalense. Campeões da III Divisão em 2013, campeões da II em 2015, quinta na I Divisão na estreia em 2016, a equipa minhota chegou agora ao pódio, ocupando o lugar que há seis anos era dos leirirenses.

O Sp. Braga ganhou duas provas, através de Miguel Marques (dardo) e Ricardo Lima (400 m barreiras).

As quatro restantes equipas ficaram separadas por apenas 12 pontos: O Seia (68) foi quinto, depois de ter sido quarto ao longo de quatro anos, o Sra do Desterro (67) foi sexto, o Estreito (60) sétimo e o Jardim da Serra (56) oitavo.


Por Lusa
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