Christian Coleman bateu recorde e fez teste antidoping... 200 quilómetros depois

Sprinter bateu máximo histórico e teve de ir de carro até Atlanta

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Foi assim que Christian Coleman voou para o novo recorde dos 60 metros

Esta sexta-feira, em Clemson, na Carolina do Sul, o velocista Christian Coleman fixou o novo máximo histórico nos 60 metros, mas o processo de ratificação do recorde pode ser mais complicado... do que a própria corrida em si. É que, por ser num meeting universitário, a prova de Coleman não contava nem com controlo antidoping nem com blocos de partida eletrónicos, dois requisitos que a IAAF impõe para reconhecer eventuais máximos.

Ora, para resolver pelo menos um desses problemas, o velocista, de 21 anos, saiu da pista, tomou o habitual banho, vestiu-se e fez-se à estrada para rumar até Atlanta, a 200 quilómetros de distância para... fazer o controlo antidoping. Um processo que, segundo o agente do sprinter, acabou por demorar mais de seis horas! "A corrida demorou seis segundos, mas tivemos de passar umas seis horas para fazer o teste", atirou Emanuel Hudson, em declarações à Reuters.

Fica agora a faltar resolver a questão dos blocos de partida, algo que pode ser bastante 'bicudo'. Por agora não há decisão oficial, mas a Federação norte-americana já prometeu que irá analisar a situação e, caso a 'aprove', irá remeter à IAAF o resultado para apreciação. Ainda assim, de acordo com Duffy Mahoney, chefe do departamento de alto rendimento do organismo, a Federação considera a possibilidade de aprovar o máximo como novo recorde nacional mesmo que a IAAF não o ratifique.

Recorde-se que Christian Coleman correu os 60 metros em 6,37 segundos, sendo mais rápido dois centésimos de segundo em relação ao anterior máximo, fixado há quase 20 anos por Maurice Greene.


Por Fábio Lima
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