Medalhas são objetivo no Ibero-Americano

Sara Moreira é favorita

Boa parte dos 13 portugueses que hoje iniciam a participação no Campeonato Ibero-Americano, no Rio, terão como objetivo o pódio. Nunca Portugal deixou de ganhar medalhas na competição que tem como países mais fortes Brasil (em força), Cuba e Espanha (sem muitos dos melhores valores). Portugal já amealhou, em 17 edições, desde 1983 (mais duas dos Jogos Ibero-Americanos, em 1960 e 1962), 138 medalhas, das quais 32 de ouro.

Sara Moreira, que já testou a pista olímpica ("é melhor não dizer o que penso", escreveu no Facebook…), é favorita nos 5.000 (2ª feira), já que o seu recorde pessoal é mais de um minuto melhor do que qualquer das restantes (apenas) cinco atletas inscritas. Mas também Lecabela Quaresma (heptatlo), Paulo Conceição e Tiago Pereira (altura), Daniela Cardoso (10000 m marcha) e Marco Fortes (peso) terão boas hipóteses de subir ao pódio, além da Seleção de 4x100 m e até David Lima (200 m), embora o sector da velocidade seja o mais forte, com cubanos, espanhóis e brasileiros.

Hoje, Carlos Nascimento e Diogo Antunes alinharão nos 100 m, com eliminatórias às 13h50 de Lisboa (menos 4 horas no Rio), meias-finais às 15h40 e final às 22h25. Marco Fortes estará às 23h05 na final do peso. Amanhã, estarão em ação David Lima e André Costa nos 200 m, Rasul Dabo nas barreiras, Marcos Chuva no comprimento, Lecabela Quaresma no heptatlo e Daniela Cardoso na marcha, além da seleção de 4x100 m na eliminatória (final no dia seguinte).

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