Mínimo de Daniela Cardoso não é homologável

Em causa a falta de condições impostas pela IAAF

A marca de Daniela Cardoso nos 20 km marcha organizados no sábado pela Federação (FPA) não pode ser considerada mínimo olímpico, uma vez que não estavam reunidas as condições impostas pela federação internacional (IAAF): nem a prova foi previamente certificada para efeito de mínimos, nem estiveram presentes três juízes internacionais de marcha. E se a primeira das falhas ainda poderia ser colmatada ‘a posteriori’, como aconteceu com Miguel Carvalho nos 50 km marcha, a segunda é irreversível.

De qualquer forma, é natural que a atleta venha a confirmar o mínimo realizado (1:34.12h) e até a melhorá-lo, dados os progressos que vem acusando. Por outro lado, para conseguir um lugar nos Jogos do Rio, terá de superar outras atletas nacionais já com mínimo. Ana Cabecinha, por ter ficado no top-8 no Mundial de Pequim’15 (foi 4ª), já está pré-selecionada. Entre as restantes com mínimos (Inês Henriques, Vera Santos e Susana Feitor) ou que os venham a obter (caso provável de Daniela Cardoso), serão selecionadas as melhores no GP de Rio Maior, em abril, e no Mundial de Seleções, em maio.

Ao fim do dia de ontem, mais de 24 horas depois das provas, a FPA ainda não havia divulgado os resultados. Porto de Mós assistiu ao Nacional de 35 km que João Vieira ganhou com um tempo a rondar as 2:38h, seguido do irmão Sérgio, a cerca de 17 segundos, e de Pedro Isidro, com sensivelmente 2:43.26. Realizaram-se outras provas, entre as quais uma feminina de 25 km, na qual participou Inês Henriques. 

Por Arons de Carvalho
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