Mundiais pista coberta: Marta Onofre sem qualquer salto válido na vara

Competição arrancou esta sexta-feira em Portland

• Foto: Reuters

A atleta portuguesa Marta Onofre teve esta sexta-feira uma breve passagem pelos Mundiais de atletismo em pista coberta, que se estão a disputar em Portland, EUA, com três saltos derrubados na vara a 4,35 metros.

A atual recordista nacional foi uma das duas atletas a iniciar o concurso a 4,35 e a única a não passar aquela altura, pelo que saiu de competição no Centro de Congressos do Oregon em pouco mais de dez minutos, ficando distante do que já mostrou esta época e que lhe valeu a qualificação olímpica.

Depois de quatro concursos acima dos 4,40 metros, em provas realizadas em Pombal, entre os quais o novo recorde nacional a 4,51 metros, havia a expetativa de que a atleta do Sporting pudesse estar de novo ao nível do máximo luso, mas isso não aconteceu.

Estiveram em pista nove atletas, depois da não comparência de última hora da australiana Alana Boyd, e todas as oito adversárias de Marta Onofre fizeram marcas válidas.

Em Portland, o arranque dos Mundiais foi feito de forma inédita, com apenas duas provas no programa, as finais diretas dos saltos com vara em masculinos e femininos, com os atletas a entrarem um a um na pista, em ambiente de festa.

Os Mundiais de Portland prosseguem mais logo, a partir das 18H15 de Lisboa (11H15 em Portland) e no programa do segundo dia competem mais dois atletas lusos, Samuel Remédios e Carlos Nascimento.

Samuel Remédios, que tem a segunda melhor marca portuguesa do heptatlo, procura atacar o recorde de Mário Aníbal - está só a 41 pontos - e para isso terá de estar bem no primeiro de dois dias de provas, competindo em 60 metros, salto em comprimento, lançamento do peso e salto em altura.

Quanto a Carlos Nascimento, corre na série 4 de 60 metros, pelas 21:38 horas, e tem hipóteses de passar às semi-finais, se estiver ao nível do seu melhor registo, de 6,63 segundos.

Apuram-se três atletas por corrida e mais os outros três melhores tempos e na sua série o português é o quarto melhor, mas a um centésimo apenas do terceiro, o sueco Odain Rose.

Caso se apure, volta a correr ainda na mesma jornada, nas semi-finais, com a final a encerrar o programa do dia.

Por Lusa
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