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Triplista portuguesa assume ambição para terminar carreira nos seus próprios termos
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Afastada da competição desde março de 2023, depois da conquista da medalha de bronze dos Europeus indoor desse ano, Patrícia Mamona deixou esta quarta-feira claro que ainda não tem um prazo para o regresso à ação. Operada ao joelho esquerdo em julho do ano passado, a triplista portuguesa, de 36 anos, opta por uma visão cautelosa, apontando apenas o retorno para o momento em que se sinta a 100%.
"A recuperação está a correr bem, ao seu ritmo. Tive de aprender a respeitar o meu corpo, porque uma das razões que levou a esta cirurgia foi querer apressar o processo. Esse apressar não correu bem. Estou a fazer esta recuperação a seu ritmo. Quero voltar o mais rápido possível às pistas, mas quero regressar bem, regressar não só a saltar mas a saltar bem. Esta época, em princípio, ainda vou estar no resguardo, à procura de recuperar totalmente e de ganhar forma", explicou a atleta lusa, à margem da conferência 'Challenging the Future - Desporto Hoje: Testar os Limites', promovida esta quarta-feira pelo BNP Paribas.
Apesar de ainda não saber quando poderá voltar a competir, a vice-campeã olímpica de Tóquio'2020 não deixa de pensar de forma ambiciosa e assume também o seu objetivo de retirar-se em grande. "Ainda tenho este grande objetivo: gostava muito de acabar a carreira nuns Jogos Olímpicos, queria acabar em grande, nos meus próprios termos. Tenho esse objetivo e agarrei esse desafio. Estou a fazer de tudo para concretizar".
Ainda sem planos para competir, Patrícia Mamona foca-se na recuperação, mas também na outra tarefa que terá este ano, a de ser Chefe da Missão da equipa portuguesa para os Jogos Mundiais Universitários (JMU) Rhine-Ruhr 2025. "Já ando a sofrer por fora há algum tempo, na altura dos Jogos Olímpicos. Foi a altura mais difícil. Mas, ao mesmo tempo, estes quatro anos servem para uma transição pós-carreira. Já tenho alguma idade e é importante fazer a transição de forma gradual. Isto [triplo salto] foi sempre o que fiz, acabar de repente deixa-me desamparada. Por isso, são passos como ser Chefe de Missão que quero dar no pós-carreira", explicou, deixando claro que tenciona partilhar com os mais novos tudo o que aprendeu no desporto e no atletismo em particular, de forma a que o seu caminho futuro "seja mais facilitado."
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