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Diretor Técnico Nacional Pedro Pinto analisou comitiva e apontou objetivos
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O Diretor Técnico Nacional (DTN) da Federação Portuguesa de Atletismo (FPA) apontou, com facilidade, cinco atletas portugueses capazes de lutar pelas medalhas nos Mundiais em pista curta Torun'2026, a disputar entre sexta-feira e domingo.
"Esta é a nossa maior comitiva de sempre para campeonatos do mundo em pista coberta e, se olharmos com algum cuidado para a seleção, temos aqui diferentes níveis de atleta: temos atletas que vão disputar os primeiros lugares e não temos problemas em dizer que temos dos melhores do mundo e que vão para disputar os primeiros lugares", começou por dizer Pedro Pinto, em declarações à agência Lusa.
O responsável referia-se a Isaac Nader e a Salomé Afonso, ambos nos 1.500 metros, Agate Sousa e Gerson Baldé, no salto em comprimento, e Auriol Dongmo, no lançamento do peso, entre os 19 atletas que compõe a seleção portuguesa mais numerosa de sempre para Mundiais 'indoor', na sua 21.ª edição.
"São atletas que estão preparados para ganhar, podem não ganhar nesse dia, nesta competição, mas isso acontece, porque estão lá outros atletas, mas vão preparados e têm capacidade para o fazer, como já o fizeram", assegurou.
Depois de dois quartos lugares nos Mundiais anteriores, Isaac Nader chega a Torun'2026 com o título absoluto na distância e com a melhor marca do ano entre os inscritos, tal como Agate Sousa, no comprimento, enquanto Gerson Baldé apresenta-se com o terceiro salto da temporada.
Pedro Pinto elogiou ainda Auriol Dongmo, a última portuguesa campeã do mundo sob telha, em Belgrado2022, que voltou para o bronze nos Europeus 'indoor' Apeldoorn2025 após longa ausência, e Salomé Afonso, dupla medalhada nesses campeonatos, nos 1.500 e nos 3.000 e recente recordista europeia nos 2.000.
"Depois temos atletas, principalmente os que vão estar nos 400 metros e também nas estafetas - que estão entre a 'nata' mundial - que vão iniciar o seu processo a este nível, para que estejam mais bem preparados nos Europeus ao ar livre [em Birmingham, entre 10 e 16 de agosto]", explicou o técnico, ressalvando ainda a estreia nesta competição das experientes Agate Sousa e da velocista Tajiana Pinto, antiga internacional alemã.
O DTN lamentou a lesão da velocista Lorene Bazolo, que perde a oportunidade de igualar as cinco presenças dos recordistas Naide Gomes e Nelson Évora, num lote de ausentes em que se destacam Patrícia Silva, a mais recente medalhada lusa em Mundiais 'indoor', José Carlos Pinto, Tiago Luís Pereira e, sobretudo, Pedro Pablo Pichardo.
"Os atletas a partir de um determinado nível, como o Pichardo ou o Isaac, não vão às competições para fazer número. Ou vão para ganhar ou não vão e o que acontece é que para estarem ao mais alto nível precisam de tempo e o planeamento passou por manter o corpo saudável para o verão [em alusão aos Europeus]", vincou.
Instado a apontar objetivos nacionais, Pedro Pinto não escondeu a expectativa de conquistar medalhas, preferindo garantir o empenho dos atletas. "Sei que os nossos atletas vão dar tudo, como os seus treinadores e a FPA. Claro que esperamos medalhas, não temos problemas nenhuns em dizer isso. Vamos estar na luta e, se não for possível, vamos estar lá para a próxima, continuando a apoiar os atletas. A este nível, a competição é uma luta constante é o sucesso depende de um momento", concluiu.
Patrícia Silva, com o bronze conquistado em Nanjing'2025, foi a responsável pela 17.ª medalha portuguesa em Mundiais 'indoor', entre as quais cinco de ouro, a última por Auriol Dongmo, em Belgrado'2022. Naide Gomes, no salto em comprimento em Valência'2008 e no pentatlo em Budapeste'2004, Rui Silva, nos 1.500 em Lisboa'2001, e João Campos, nos 3.000 dos antecessores Jogos Mundiais Paris'1985, são os outros campeões lusos sob telha.
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