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Francisco Jordão, um dos melhores basquetebolistas portugueses da actualidade, tem realizado uma temporada assaz discreta. A sua influência no rendimento da Oliveirense está distante dos níveis alcançados na última época, como se pode comprovar pela “linguagem” dos números – o extremo-poste ostenta as médias de 14,7 pontos e 5,7 ressaltos em 25 minutos de utilização.
No último domingo, porém, ocorreu a “ressurreição” de Jordão diante o Aveiro Basket, com o jogador da Oliveirense a somar 27 pontos e 10 ressaltos, safra que lhe permitiu integrar o “Cinco Ideal” da 28ª jornada.
“É verdade que tenho jogado menos tempo do que o habitual, mas respeito o treinador e as suas opções”, começa por afirmar o internacional português.
Francisco Jordão não encontra uma explicação cabal para sua menor utilização por parte do treinador francês Patrick Maucouvert, um técnico com fama de “durão” e detentor de um feitio que não se coaduna muito bem com a cultura dos brandos costumes.
“Penso que o treinador não me conhecia muito bem quando chegou à Oliveirense. Não sabia o que eu poderia render. Mas acho que me adaptei aos métodos dele, apesar da irregularidade exibicional que tenho patenteado esta época.
Mas o mais importante de tudo é ajudar a Oliveirense a atingir os seus objectivos, que passam por alcançar o 4º lugar na actual fase regular e por uma boa campanha no ‘playoff’ e na Taça de Portugal”, sublinha.
Pensar no estrangeiro
Jordão termina no final desta época o seu vínculo com a Oliveirense. O jogador não sabe, ainda, qual o seu futuro imediato, mas gostava de voltar a jogar no estrangeiro, depois da experiência registada em Espanha (CAI Saragoça e Burgos) em 2002/2003.
“Se aparecer uma boa proposta do estrangeiro não me importava de voltar a sair do país. Gostei da experiência que vivi em Espanha, onde o basquetebol está muito mais evoluído, nomeadamente em termos do profissionalismo que rodeia a organização das equipas. Tudo poderá acontecer”, conclui.
Oliveirense contrata base Huffman
A pensar na “Final 8” da Taça de Portugal e na participação no “playoff” da Liga, a Oliveirense decidiu reforçar um sector onde revela algumas carências desde o arranque da temporada: o dos bases.
Nesse âmbito foi contratado Trevor Huffman, um base norte-americano de 1,87 metros e 25 anos, cuja formação como jogador decorreu na Universidade de Kent (NCAA).
Huffman chegou a integrar o plantel dos Phoenix Suns na época de 2002/2003, mas nunca chegou a afirmar-se na NBA, acabando por jogar, nos últimos tempos, na Europa (na turma alemã do Hagen) e no Great Lakers Storm, da CBA.
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