Mário Gomes exige "as mesmas armas" que derrotaram Espanha: «Geórgia é mais imprevísivel»

Mário Gomes em Saragoça após vitória de Portugal na qualificação para o Mundial'2027
• Foto: Lusa/EPA

Portugal vai defrontar esta segunda-feira a Geórgia em Matosinhos, sendo esperada casa cheia para o 2.º jogo da 2.ª fase de qualificação para o Mundial'2027. Neemias Queta, estrela da Seleção Nacional já treinou integrado e estará às ordens de Mário Gomes, que não vê este adversário como inferior a Espanha, que a Seleção bateu na jornada inaugural. 

"Temos de ser uma equipa praticamente igual à que fomos em Espanha, porque o jogo exige-nos o mesmo tipo de armas que foram precisas. A Geórgia é talvez um pouco mais imprevisível, mas não é mais forte que Espanha", referiu o técnico de 69 anos, destacando a importância de dar seguimento ao histórico triunfo contra 'nuestros hermanos'.

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"Estamos numa fase da competição em que, cada jogo que ganhamos, estamos cada vez mais perto do nosso objetivo. Com a particularidade de termos ganho eventualmente uma vantagem pelo facto de termos vencido onde ainda ninguém ganhou. Por isso é bastante importante manter essa vantagem amanhã", sublinhou.

Esta ideia foi partilhada pelo extremo Diogo Brito. "O jogo com a Espanha deixa-nos bastante confiantes, porque é uma vitória importante e nunca tinha sido feito. Temos de manter os pés bem assentes na terra, sabemos que o jogo com a Geórgia vai ser igualmente ou ainda mais difícil. Têm três ou quatro  referências de alto nível, que vão ser muito difíceis de defender, por isso vamos ter de conseguir encontrar maneiras de os parar", frisou.

"Estamos muito contentes por jogar em Matosinhos, com casa cheia e isso vai impor muito respeito. Vamos ter algo a nosso favor fora do campo e os georgianos vão ter de sentir essa pressão", rematou.

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Por G.R.  

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