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Base da Oliveirense considerou que a competição era uma "oportunidade de ouro" para adicionar à vitrine de uma já longa carreira
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A Oliveirense surpreendeu o FC Porto (83-78) este fim-de-semana, no Multiusos de Gondomar, e conquistou a presente edição da Taça Hugo dos Santos. A formação de Oliveira de Azeméis voltou a erguer o troféu que tinha ganho, pela última vez, em 2019/20.
O único resistente desta equipa é, precisamente, o capitão André Bessa, que se mostrou bastante satisfeito por voltar a triunfar nesta competição. O base, de 36 anos, explicou a Record o quão importante era a Taça Hugo dos Santos para a conta pessoal. "Estou muito alegre, é verdade que sou o único que está aqui desde a última conquista", começou por dizer André Bessa, visivelmente satisfeito pelo triunfo e com os colegas da Oliveirense a festejar ao som de fundo: "Nunca mais tínhamos ido a uma final, é uma alegria enorme, como se pode ouvir. Tinha pedido aos meus companheiros para ganharmos um título, porque estou numa fase em que começo a pensar se quero continuar a jogar. Por isso, este título é incrível."
Estou numa fase em que começo a pensar se quero continuar a jogar. Por isso, este título é incrível.
Base e capitão da Oliveirense
"Se este título ajuda a debruçar-me sobre o assunto? Claro que sim [risos], ajuda imenso. Estas vitórias ajudam sempre, era uma oportunidade de ouro, felizmente conseguimos vencer e é um sentimento incrível", refletiu André Bessa, que não escondeu a felicidade pela caminhada na Taça Hugo dos Santos, uma espécie de reflexo da "boa época" que a Oliveirense realizou: "À semelhança do que fizemos com o Sporting, nunca tínhamos ganho ao FC Porto esta temporada. Chegámos aqui e vencemos e à Ovarense também voltámos a ganhar. É ainda mais incrível ganhar numa final."
Note-se que os playoffs que se seguem vão voltar a opor a Oliveirense e a Ovarense, tal como ocorreu nas meias-finais da Taça Hugo dos Santos. Deste modo, André Bessa espera um desafio bem disputado entre as duas equipas, mas nem por isso esconde a vontade de seguir "o mais longe possível" nos playoffs. "Esta taça dá-nos uma grande dose de confiança, sabemos que haverá uma batalha dura com a Ovarense, é sempre um dérbi. Tem sido quase sempre assim, mas queremos avançar nos playoffs e chegar o mais longe possível aí", refletiu o base.
As vitórias sobre Sporting e FC Porto ajudaram a compreender onde a Oliveirense se estabelece no panorama do basquetebol português. É que as vitórias sobre os dois grandes não foram apenas triunfos suados, mas verdadeiras demonstrações de que, em certos aspetos do jogo, a Oliveirense consegue ser superior, não só pelo coletivo, como pela mente de João Figueiredo. André Bessa explica que, a seu ver, o que tem sido feito "nos últimos anos" é impressionante, sobretudo se tivermos em conta que o orçamento da equipa de Oliveira de Azeméis é substancialmente menor do que os ditos clubes grandes.
"A Oliveirense já é um "grande", infelizmente não temos as condições financeiras que têm os nossos rivais. Fazemos o melhor que conseguimos e temos conquistado títulos, portanto temos de considerar a Oliveirense um grande", atirou o base.
Fulgor nacional na base do planeamento
A Oliveirense é o clube que esteve na Final Four da Taça Hugo dos Santos com menos estrangeiros no plantel, apenas seis, reflexo não só do orçamento mas, tal como explicou a Record André Bessa, do próprio planeamento. "Foi o plano que o nosso treinador deu, manter este grupo unido e com alguns portugueses. Demos uma grande resposta durante a temporada, que concluimos agora com esta conquista", refletiu o base, considerando que as vitórias são importantes "para o jogador português". E, nesse sentido, há apenas uma missão que André Bessa apontou aos jogadores nacionais: "Temos todos de continuar a melhorar e a estarmos atentos."
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