Atleta, oficial de mesa, treinadora e dirigente: Eduarda Freitas já foi de tudo um pouco na Festa do Basquetebol

Sempre a representar a AB Madeira, a primeira vez que esteve no evento foi há 9 anos

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Eduarda Freitas, dirigente dos sub-14 masculinos da AB Madeira
Eduarda Freitas, dirigente dos sub-14 masculinos da AB Madeira • Foto: Direitos Reservados

A Festa do Basquetebol atingiu este ano a maioridade, ao assinalar-se a 18.ª edição. Com o passar dos anos, há quem vá repetindo presenças e ganhando estatuto de veterano no evento. Eduarda Freitas já o vai adquirindo, com a adição de já ter participado em diversos papeís. Contudo, sempre com o mesmo emblema ao peito - o da AB Madeira.

"Participei pela primeira vez em 2017, como atleta nos sub-16. Voltei a vir dois anos depois, como espetadora e adepta da seleção da Madeira. Uns anos mais tarde, vim como oficial de mesa e, no ano passado, vim como treinadora-adjunto. Este ano sou dirigente dos sub-14 masculinos".

Nove anos distam desde a primeira vez que entrou no torneio, mas o entusiasmo mantém-se intacto, mesmo sem entrar em campo. Além disso, enaltece a importância que esta tem no crescimento de atletas que jogam numa região com pouco competição.

"Adoro as festas do basquetebol, tantos esta como o Mini-Basket. Para quem vem como nós da Madeira e de zonas mais pequenas, é aqui que vemos outro tipo de competição. Os miúdos lá contra duas ou três equipa e aqui jogam contra um conjunto de atletas que só veem nos ecrãs nas fases finais. Depois, juntar tantas centenas de atletas é fantástico, é mesmo uma festa", salienta.

Quanto ao estado atual da modalidade na região insular, Eduarda admite que é proporcionar um ambiente verdadeiramente competitivo, mas elogia o trabalho que tem sido desenvolvido pela associação regional.

"Nos escalões mais jovens até temos algumas equipa e a Associação tem feito um bom trabalho nesse sentido. Nos mais acima, a tendência é ir diminuindo, porque os miúdos vão estudar para fora, até porque só temos uma universidade. Nos sub-18, só temos duas equipas e nem há feminino. Torna-se difícil prepará-los para vir aqui, porque às vezes chegam aqui e perdem por 40 pontos, mas só têm um jogo equilibrado ao ano, então mexe um pouco com a estrutura emocional deles. Mas isso é bom, porque defrontam outras caras e ajuda-os a crescer", afirma, antes de referir qual é o primeiro sentimento que lhe vem à mente quando se recorda dos seus tempos de jogadora na Festa do Basquetebol.

"Diversão. Dentro e fora de campo. Adorava e continuo a adorar jogar. O poder conviver com outras pessoas e partilhar histórias, seja com árbitros ou de lances que foram espetaculares. Era muito divertido e muito bom", diz a madeirense.

No meio de tantas participações, Eduarda já leva muitas histórias para contar. Uma das mais engraçadas foi como oficial de mesa. "Um momento caricato? Uma vez, como oficial de mesa, houve um erro e nomearam-me para quatro jogos em simultâneo. Felizmente, as Associações envolvidas nos jogos foram compreensivas e ajudaram a resolver o erro", conclui, com muito humor.

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