Mário Palma persegue novo título no Afrobasket

Treinador português está agora na Tunísia

• Foto: Manuel Azevedo

O treinador português Mário Palma parte para a 29.ª edição do Afrobasket, em Tunes e Dakar, com o objetivo de conquistar, ao comando da Tunísia, um quinto cetro, após o tetra (1999 a 2005) por Angola.

"Jogamos em casa, perante os nossos adeptos, e temos de nos assumir como um dos principais favoritos à conquista desta edição do Afrobasket", disse à agência Lusa o técnico de origem portuguesa e ex-selecionador de Portugal, antevendo a prova, que se realiza entre sexta-feira e dia 16.

O tetracampeão africano, de 67 anos, não está cansado de ganhar e não lamenta a ausência de dois dos seus basquetebolistas mais talentosos, o poste Salah Al-Mejri, jogador de 2,16 metros que foi contratado pelos Dallas Mavericks, da NBA, além do extremo norte-americano naturalizado Michael Roll, que ingressou recentemente no Maccabi Telavive, de Israel.

"Com esses dois jogadores na seleção, não tenho dúvidas de que a Tunísia seria campeã africana. Mas, os atuais convocados também têm qualidade e capacidade para lutarem pelo título", adiantou Mário Palma, que em julho esteve em Vila Real a orientar a Tunísia em dois jogos particulares com Portugal.

Na edição 29 do Afrobasket, participam também dois países da Lusofonia - Angola, no Grupo B, e Moçambique, no Grupo D -, entre 16 seleções, divididas por quatro grupos.

"Estou otimista em alcançar um bom resultado, pois trabalhámos muito bem durante os estágios que realizámos antes desta competição. Estamos bem preparados para lutar pelo título", referiu, por seu lado, o selecionador angolano Manuel Silva, ao sítio da sua federação.

Manuel Silva aperfeiçoou os seus conhecimentos em Portugal, onde jogam, ou já atuaram, três dos basquetebolistas à sua disposição, casos de Armando Costa, formado no Queluz, Carlos Morais, campeão pelo Benfica, e Jacques Conceição, filho de Jean Jacques, que alinhou em 2016/17 no Galitos do Barreiro.

Angola, Tunísia, Nigéria e Egito estão entre os principais favoritos à conquista do título, arrebatado na edição de 2015 pelos nigerianos.

Em termos de historial, Angola é a seleção com mais campeonatos arrebatados, nada menos do que 11, seguindo-se o Egito e o Senegal, com cinco cetros cada.

Na primeira fase, as 16 seleções estão divididas em quatro grupos de quatro. A fase seguinte (14 a 16 de setembro), realiza-se em Tunes, palco dos quartos de final, para os dois primeiros de cada grupo, das meias-finais e da final.

Por Lusa
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