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Aos 37 anos, quando nem o próprio já considerava ser possível, José Costa vai estar pela primeira vez na fase final de um Europeu. E se, a exemplo de toda a equipa, admite que Portugal terá uma tarefa hercúlea na Lituânia devido à qualidade dos adversários do Grupo A (Espanha, Lituânia, Turquia, Polónia e Grã Bretanha), tal não o inibe de pensar em boas exibições, em vitórias e até num hipotético apuramento para a segunda fase.
“A missão é bastante complicada e sabemos que não vamos poder contar com todas as nossas melhores armas devido à ausência de vários jogadores que tornariam o grupo mais forte, mas vamos lutar até ao fim. Não temos nada a perder e sonhar não faz mal a ninguém. Se chegámos até aqui, ultrapassando imensas dificuldades, só há que continuar com o mesmo empenho e acreditar que podemos ser competitivos e até ganhar jogos e seguir em frente. As fraquezas [a minha alcunha] podem transformar-se em forças”, realça, denotando genuína confiança.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta terça-feira.
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