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Terminada a presença no Europeu da Lituânia, Portugal já sabe que, para carimbar o visto para o Eslovénia’2013, terá (como sempre) de ultrapassar duros obstáculos, desde os impostos pelos adversários até aos que resultam dos seus próprios problemas. É mesmo caso para dizer que se os resultados na atual campanha ficaram abaixo do possível, as perspetivas a curto-médio prazo são piores. Pese todo o esforço de dirigentes, técnicos e jogadores, o quadro é mesmo negro
Tal como o selecionador Mário Palma está cansado de avisar desde que assumiu funções, não é possível pensar em equilibrar (e/ou vencer) jogos perante as melhores equipas mundiais – nem sequer as da denominada segunda linha – se os jogadores portugueses continuarem a ter como único espaço de competição internacional a Seleção. Ninguém evolui sem experiência e essa não se obtém apenas com meia dúzia de compromissos “a sério” por ano.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta quarta-feira.
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