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Se António Tavares não encontrar clube em Portugal, tal equivalerá a anedota...
O Europeu está “a aquecer” na Lituânia, mas já sem a presença da formação portuguesa que, limitada, não logrou ganhar uma única partida, tal como Bélgica e Letónia.
Contudo, agora, mais a frio, é possível olhar para os números e descobrir dados que confirmam não ter sido assim tão débil a prestação lusa. Pura e simplesmente a manta não deu para tantos buracos. Imagine que os pupilos de Mário Palma conseguiram vencer períodos diante todos os opositores! Se isso, face a Polónia e Grã-Bretanha, pode soar a vulgar, é difícil ignorar o feito contra Espanha, Lituânia ou Turquia.
Um a um. Mas, se coletivamente já foi feita a análise, olhemos para os desempenhos individuais. E nesse capítulo Carlos Andrade merece destaque. Não brilhou com a Turquia, mas depois foi enorme diante Grã-Bretanha (24 pt, 10r, 2a, 2br e 1dl), Espanha (11 pt, 7r, 3a e 2br) e Lituânia (16 pt e 5r). Aos 33 anos, e após já ter alinhado na Alemanha e em Espanha, deixou claro que tem condições para jogar numa liga mais forte. Com a sua garra, determinação, força e técnica é um jogador completo.
Leia este artigo na íntegra na edição impressa de Record desta quinta-feira.
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