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Derrota foi diferente da verificada com a Polónia. Treinador destaca o facto de ser possível jogar "olhos nos olhos" com todos os opositores...
A derrota com a Grã Bretanha (73-85), na quarta jornada do Grupo A do Europeu que decorre na Lituânia, foi bastante diferente da registada na ronda anterior, perante a Polónia. Desta vez, o conjunto nacional não entregou a vitória. Pura e simplesmente não acertou lançamentos que, por norma, converte. De resto, a ausência da António Tavares (intoxicação alimentar), a produção notável de Luon Deng e a mãozinha de um árbitro grego quando, nos últimos minutos, a Seleção ameaçou a recuperação... também não ajudaram.
Mário Palma surgiu mais sereno perante os jornalistas. E embora admitindo estar frustrado por não conseguir guiar a equipa até aos triunfos, fez questão de salientar que, com os britânicos, os jogadores deram tudo. “Tenho enorme respeito por eles. Estão no balneário a passar um mau bocado, porque queriam imenso alcançar uma vitória. Trabalharam, posso mesmo dizer que jogámos bem, mas a bola não quis entrar muitas vezes. E os lançamentos nem foram forçados. Foram daqueles que costumam entrar mas que, desta vez, ficaram fora. E se as bolas de fora não aparecem, com as dificuldades do jogo interior, ficamos em má situação”, disse.
“Estabeleci uma fasquia alta para este Europeu e, mesmo não tendo conseguido chegar à segunda fase nem, para já, ganhar jogos, tenho consciência de que o desempenho tem sido aceitável. Conseguimos jogar olhos nos olhos com toda a gente. Só foi muito má a segunda parte do jogo com a Polónia. Por isso, estamos frustrados, mas orgulhosos. Se os rapazes tivessem outra experiência, se as equipas nacionais competissem na Europa, tudo seria mais fácil”, acrescentou.
Sobre o derradeiro embate de Portugal na competição, segunda-feira perante a equipa da casa, o selecionador já sabe que será complicado. “A Lituânia é muito forte, joga em casa e está a defender como nunca. Vamos tentar fazer o melhor possível”.
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